quarta-feira, 30 de março de 2011

Morangos... Servido?



Acordei com a ideia de te fazer sofrer…. Hummmm como poderia eu fazer para isso acontecer? A ideia saltou instantaneamente, só faltava convencer a menina Malandra a entrar no jogo. Peguei no telefone e em menos de 10 minutos já a tinha toda entusiasmada para uma festa a três… Peguei no telemóvel e rezei para que aceitasses o convite, e escrevi a mensagem: “ Sobremesa na minha casa logo a noite? Traz a Nata… que eu tenho os morangos”. A tua resposta não tardou a chegar, “ Claro que levo Nata, só terás que a bater tu mesmo”. Tudo estava a correr conforme planeado. À hora marcada a campainha tocou… estavas apetecível como sempre. Beijaste-me sem demoras, devoraste-me a boca como se não houvesse amanhã, as tuas mãos na minha anca apertavam o meu corpo contra o teu, e o teu caralho já teso e duro contra a minha barriga fez-me ofegar, tendo-te quebrado o beijo e guiado até à sala. Paraste quando a viste, o teu olhar surpreso valia qualquer coisa naquele momento, sorri e disse-te “Senta e desfruta dos teus morangos” Sentado no sofá expectante, seguiste-me os passos. Dirigi-me à Malandra, ela sorria como se lhe acabassem de lhe dar um doce, beijei-a suavemente, brinquei com a minha língua nos lábios dela, abriu a boca para me deixar entrar, enquanto explorava a boca dela com a minha língua gulosa, comecei a abrir os botões da camisa, botão a botão, suavemente…. As mãos dela puxavam-me para o seu corpo, a excitação corria no meu sangue, a minha cona gotejava. Sentia os mamilos duros dela no meu peito, tirei-lhe a camisa sem quebrar o beijo, os gemidos dela na minha boca era como chocolate, doce e intenso. As mãos dela tentavam tirar a minha camisola, separei-me dos lábios dela e tirei camisola e sutiã, ela seguiu-me tirando o próprio sutiã, olhava-me nos olhos e mordia os lábios carnudos e vermelhos. Não esperei permissão, acariciei-lhe a mama, e belisquei-lhe o mamilo, sem perder o contacto dos olhos dela, lambi o broto duro, trinquei suavemente e gemeu. Suguei e brinquei com a minha língua, as mãos dela seguravam me na cabeça. Subi-lhe a saia e procurei a cueca, Malandra, malandra… sem cueca… acariciando-lhe as coxas e fazendo-a tremer com o contacto das minhas mãos, procurei a cona lisa, encontrei-a encharcada, toquei no clítoris duro e belisquei-o, ofegou e tremeu, “Deita….” Sugeri-lhe eu… sem demora estava ela deitada no chão, extasiada e tremente de desejo. Olhei-te, estavas hipnotizado a olhar-nos, as calças já jaziam no chão e o teu caralho duro era acariciado meigamente pela tua mão… sorriste-me, não demorei a voltar a minha Malandra, já sem saia, tirei a minha, e deite-me sobre o corpo quente dela, o contacto da pele quente na minha fez-me tremer de desejo, os mamilos duros nas minhas mamas fizeram com que perde-se o controlo, beijei-a com fome, com luxúria… queimava-me a pele. O trilho de beijos que lhe dei do pescoço, o peito, a demora nas mamas e a atenção especial aos mamilos estava a deixar-me doida de necessidade de sentir-lhe o sabor. Com as pernas já separadas, lambi toda a fenda daquela cona gulosa, o gemido que ouvi foi incentivo para lamber e provocar-lhe mais, com os dedos separei-lhe os lábios doces, e provoquei o clítoris dorido e inchado dela, trinquei e lambi, provocando mais e mais. “Vira …a tua cona para mim….” Olhei para os olhos suplicantes dela e sorri, hummmm um 69, sem demora acomodei-me entre a cabeça dela e nas pernas, o toque gentil da língua dela, fez-me tremer… lambia-mos uma a outra com vontade, desejo. Os nossos orgasmos estavam tão perto… sentia o meu a crescer a cada lambida e chupadela que me fazia, e o corpo quase rijo debaixo do meu dizia que iria explodir a qualquer segundo. Sem demoras aumentei a sucção daquele clítoris duro, explodi na boca dela em segundos, enquanto ela derramava todo o néctar na minha língua… ainda ofegantes, e mais saciadas acabamos por nos beijar e lamber o que restava uma da outra… na nossa troca de olhares e sorrisos, acabamos por nos dirigir a ti, de gatas… o teu caralho vermelho e duro precisava de salvação… Subi para o teu lado no sofá e beijei-te, a Malandra seguiu o exemplo, enquanto o beijo a três não era quebrado, as tuas mãos explorava uma mama de cada uma, a tua boca desceu ate ao meu mamilo e com os dentes beliscaste-o até me fazer ofegar, o mesmo fizeste a Malandra. Sem pedir sequer, agarrei o teu caralho e trabalhei nele, uma e outra vez, desci o sofá e lambi esse caralho gostoso, lambi e suguei, traguei e degustei cada centímetro que aguenta-se, fundo na minha garganta… Senti os dedos da Malandra perto dos teus tomates e abri caminho para a boca dela te provar também… começamos a lamber uma e outra por vez, as nossas línguas dançavam nesse teu caralho duro e teso, ele gotejava de desejo, gemias e seguravas as nossas cabeças, sabia que não demorarias a te vir… estavas tão perto, ora sugava eu o teu caralho ora a Malandra, sem nunca deixarmos o contacto, o primeiro jacto de leite quente foi degustado entre os nossos lábios, os seguintes lambidos entre os meus lábios e dos dela. Aninhamo-nos no teu colo ainda a beijarmo-nos uma a outra, procurando lamber os restos do teu leite. Beijaste-nos, sorrindo e extasiado acabas-te por dizer “Adorei a sobremesa…….Posso repetir?”

(Malandra é apenas um nome fictício...)

quinta-feira, 24 de março de 2011

Tua...

Estava ansiosa, o táxi aumentava a velocidade e diminuía conforme fluía o trânsito, mas a minha cabeça estava a tentar entender o porque de ter aceitado o teu convite. Com as mãos trémulas lá agarrei o guardanapo, com a morada do hotel onde querias que me encontrasse contigo, a tua letra era explicita… Sem roupa interior as 17h no Motel da nacional X. não conhecia esse motel, e a ideia de estar sem roupa interior deixava-me excitada. Mal o táxi parou, arrepiei-me e senti-me tentada a voltar para casa, NÃO, eu queria te ver, tocar, mas o curvilíneo de sensações assombravam o coração e a cabeça. Pagando o táxi, respirei fundo e segui para o motel de estrada, os saltos dos meus sapatos enterravam na lama, a ideia de voltar era tentadora a imagem degradante do motel. Bati a porta do quarto que me disseste que estarias, e rezei para não me ter enganado. Ninguém respondia, tentada a ir embora, virei para ver se descobria alguém, irritada e magoada já em pânico, abris-te a porta e virando-me para ti, fiquei boquiaberta, a imagem de te ver acabado de sair do banho só de toalha, completamente salpicado de água, fez crescer água na boca… molhei os lábios e fechei as pernas na tentativa de acalmar o clítoris que pulsava só pela tua imagem. “Entra” A tua voz grossa e autoritária fez o meu nervosismo estalar… hesitante entrei no quarto, o cheiro impregnado a mofo e humidade fez me cambalear contra a parede. Agarraste-me pelos cabelos e beijaste-me com audácia e possessão, os mamilos entesaram no contacto com a tua pele molhada na minha camisa de seda. Os teus dentes beliscavam os meus lábios, a tua língua varria a minha boca com precisão, o beijo fez-me derreter, não fosse as tuas mãos prender-me entre o teu corpo e a parede, teria caído. Seguraste-me os pulsos e prendendo os atrás das minhas costas, não sei o que usaste para os amarrar, com a respiração ainda ofegante, olhei-te nos olhos, e o sorriso malicioso apareceu na tua cara. Mais uma vez os teus lábios cobriram os meus, agarraste a camisa e fizeste com que todos os botões saltassem em várias direcções. As tuas mãos na minha barriga faziam me contorcer em agonia, a minha humidade escorria entre as pernas empapando as minhas coxas. A tua boca no meu pescoço mordendo e lambendo, tremia de tesão, desejo liquido corria no meu sangue, ofegava e gemia, os teus dedos beliscavam os meus mamilos…. Contorcia-me no teu agarre, subiste a minha saia ate a cintura, a tua boca sugava o meu mamilo e ferrava com fome. Procuras-te o meu clítoris entre as minhas pernas e beliscaste-o, “Hummmm Tão molhada e preparada para mim!” rocei-me contra ti na esperança de alívio, mas de nada valeu. Viraste-me contra a parede, ofeguei no contacto frio da parede nos meus mamilos, com os teus joelhos afastas-te as minhas pernas, puxaste-me o cabelo e lambeste-me o pescoço exposto, sentia a minha cona gotejar, a necessidade aumentava, um pouco mais de fricção na parede com os mamilos e teria me vindo. “Que queres?” Perguntaste tu com o dedo a sondar o meu canal, ora a cona, ora o rabo. O teu caralho húmido mesmo a provocar a minha pele, girei para tentar encontrar o teu olhar, “Por favor, fode-me”. O teu caralho entrou sem demoras bem fundo do meu rabo, berrei de dor e prazer, queimava e matava-me de prazer, contorci-me entre o teu corpo e a parede. A tua mão no meu cabelo a puxar-me, os teus dedos a provocar o clítoris, os gemidos, as estocadas, o som dos teus tomates na minha pele, os mamilos que roçavam na parede, o ritmo aumentou, contorcia-me, precisava de me vir. Seguraste-te nas minhas mamas, e aumentavas o ritmo para a tua própria libertação, beliscando os meus bicos, foi o que precisava para sentir me no auge… berrei junto ao teu berro de prazer, o teu leite quente no meu canal, a tua pele arrepiada nas minhas costas. Os teus dentes desceram para a minha garganta mordendo e lambendo… Sim sou tua… pensei para mim…

sexta-feira, 18 de março de 2011

Chamas no Corpo

A noite estava quente, estava excitada e agoniada, não conseguia pensar direito. Vesti-me para FODER, o vestido sem costas, as meias ligas, os sapatos de salto perfumei-me, peguei na carteira e sai para a rua… não queria pensar, não voltaria para casa sem alivio… Demasiado excitada e agoniada para me importar onde iria… O Pub onde entrei estava lotado, entrei confiante dirigi-me ao bar e pedi um Whisky, sentando-me no balcão, alguém por traz de mim me sussurrou ao ouvido “A primeira rodada pago eu”, congelei ao ouvir a voz carregada de charme. Olhei-te e sorri timidamente, olhos negros e profundos queimaram me enquanto me sorrias, derreti no sorriso sexy e confiante. “Não aceito não como resposta” . A cueca humedeceu instantaneamente, apertei as pernas para controlar o calor que não conseguia aguentar. Os teus dedos nas minhas costas nuas roçaram tão suave que faíscas de tesão se fizeram sentir nos meus mamilos, entesando-os ate ao limite de dor, o teu olhar sobre os mamilos salientes no vestido fizeram me querer morrer de vergonha ali mesmo. Quem era o estranho que me deixava num estado de luxúria plena só com o olhar sobre mim. Ganhando coragem cheguei me perto o suficiente para te falar ao ouvido, agarrando descaradamente no teu caralho “ Não sei quem és, não quero saber, mas preciso que me fodas…”. Prendendo o teu olhar no meu a espera de uma resposta, o teu caralho entesando gradualmente na minha palma. Tremi quando a tua respiração roçou no meu pescoço, e lambeste-o descaradamente, “ Desde que entraste que não quero estar em nenhum outro lado sem ser dentro de ti!” A tua língua brincou com a minha orelha, o tremor no meu corpo ganhou vida de forma devastadora, gemi e procurei o calor do teu corpo para aliviar a necessidade de ti. O teu peito contra os meus mamilos tesos fizeram me ofegar, não conseguia respirar, esfregas-te o teu caralho na minha palma, de modo a lembrar-me que ainda o tinha sobre a minha mão. Olhei e nervosamente trinquei o lábio, a tua mão sobre as minhas costas empurraram-me sobre o teu corpo, onde já não conseguia evitar o calor que por ele irradiavas. Os teus dedos na minha nuca trazendo os meus lábios sobre os teus, beijo tímido que rapidamente se tornou audaz, a invasão da tua língua na minha boca arrancou mais um gemido, a minha humidade escorria sem parar nas minhas coxas, agarrei-te os ombros tentando arrancar tudo o que podia desse beijo necessitado. Rompes-te a ligação do beijo e agarrando me e sem uma única palavra abris-te alas sobre a multidão, que se instalava no pub, directamente para a casa de banho. Mal a porta se fechou, agarrei-me a ti, beijando-te desenfreadamente, procurei o fecho da tua calça abri e procurei o teu caralho, as tuas mãos brincavam e beliscavam os meus mamilos. Senti o lavatório no rabo, sentei-me nele, abrindo-me para ti. Puxei o teu corpo para saciar a fome de ti do meu. O teu dedo sondou a humidade que jorrava da minha cona de necessidade, sem mais entraves, o teu caralho roçou a minha cona chorona, “Não brinques, FODE-ME” pedi-te eu em desespero. A tua boca cobriu a minha e enterras-te em mim, sem dó nem piedade, de uma estocada só, afogaste o meu gemido de prazer na tua boca. Fodias-me forte e a cada batida da tua pélvis no meu clítoris, mais no precipício eu caia, os teus lábios não deixando os meus, uma única vez…. Explodi nos teus braços sentido me levitar e entesar, a respiração parou no meu peito. Enquanto sentia a tua própria libertação dentro de mim. Após as respirações acalmarem, lá arranjamo-nos. Pegas-me na mão e beijas-te me os nós dos dedos, abrindo a palma para ti, e pegando numa caneta, escreveste o teu nº de telemóvel. “Sempre que precisar de um Bombeiro com mangueira para acalmar as chamas” sai-mos da casa de banho e dirigi-me a saída…. Na rua peguei no telemóvel e liguei-te “ O fogo alastrou…”

domingo, 13 de março de 2011

Esse caralho.....



Salivo na memória do teu caralho na minha boca, sim esse caralho que me deixa húmida, e latejante, quente e ofegante por mais e mais.

Esse caralho que adoro brincar com a minha língua, senti-lo duro e quente nos meus lábios.

Esse caralho que fica lambuzado com a minha saliva enquanto me delicio a chupar, e lamber, ora suave ou fugaz.

Esse caralho doido que me deixa de mamilos tesos enquanto se enterra na minha garanta, a suavidade da cabeça enquanto lhe prendo nos lábios e provoco com a língua uma e outra vez.

Esse caralho que chora de prazer quando troço com a língua toda a sua haste.

Esse caralho que me deixa com sede do teu leite.

Esse caralho cheio de luxúria, que te faz foder a minha boca na ânsia de ter alivio da agonia do desejo.

Esse caralho que entra e sai da minha boca num frenesi doido e me deixa melada e extasiada.

Esse caralho que me mata de prazer quando o leite quente escorre pela minha garganta e me deixa deliciada.

Não me deixes na agonia de não O sentir…..

terça-feira, 8 de março de 2011

Dia da mulher

"A mulher foi feita da costela do homem, não dos pés para ser pisada, nem da cabeça para ser superior, mas sim do lado para ser igual, debaixo do braço para ser protegida e do lado do coração para ser amada." (Maomé)



Hora de Acordar

As tuas mãos brincavam com os meus mamilos, a tua língua no meu pescoço, o suor descia pelo meu corpo, sentia me arder, mas não me mexia, lutava para te segurar a cabeça e puxar os cabelos, mas não conseguia. Não entendia, o desespero e a agonia vieram ao decima, sufoquei, era demais, os teus dentes nos meus mamilos eram tortura, as tuas mãos nas minhas nádegas, abriam e sujeitavam me a abrir me para ti… Acordei sobressaltada, não conseguia me mexer… mas que raio, olhei para cima e os braços presos na cama, era a razão, e as pernas, oh deus, as pernas bem abertas, também presas, e tu, com esse sorriso diabólico e enigmático na cara, estavas sentado aos pés da cama olhando-me com admiração, com desejo e poder. Nua, amarrada, aberta para ti… Estavas nu, o teu corpo gritava por toque, beijos, e a tua pele, pedia por carícia, e eu amarrada fuck. Olhava para ti com fome, pois o teu corpo dava vontade de comer, o teu caralho duro e grande para mim, salivava na memória de ter novamente esse caralho bem fundo na minha garganta, sentir o sabor de homem em ti. Quebras-te os meus pensamentos com as tuas mãos nas minhas pernas, olhas te me nos olhos e disseste calmamente “Preparada para acordar?”. Só consegui acenar, a voz não saia. O toque suave das tuas mãos nas minhas pernas sabiam bem… a suavidade, a forma como as acariciavas, a minha pele arrepiava a cada toque, hummmm as mãos subiam pela anca acima, o meu corpo tremia todo, não conseguia fugir, era tua para usar e abusar. Os teus lábios quentes na minha barriga fizeram com que fecha-se os olhos com força e geme-se. “Abre os olhos, e ve como te dou prazer”, controlei a respiração e olhei-te nos olhos, vi fogo, vi desejo, tremi mais uma vez. Sem deixares os meus olhos a tua língua dançou na minha pele levando com ela todo o controlo que tinha ganho, perdi-me no momento, na forma como me olhavas, mas na forma como a tua língua chegava perto do meu mamilo e lhe lambia como um gelado, a saliva a forma como ele entesou. A humidade escorria na minha cona, e empapava os lençóis, o calor do teu corpo perto do meu. Os teus dentes prenderam o meu mamilo e gemi, a tua mão provocava o outro mamilo torcendo e beliscando, não conseguindo me mexer apenas sentir. O teu caralho estava duro contra a minha coxa, torturavas os mamilos enquanto olhava bem fundo nos teus olhos, e fazia-me te querer bem fundo em mim… “Por favor” pedia eu na agonia do prazer e do desejo… a tua língua descia na minha barriga, as tuas mãos não deixando os meus mamilos. Sentindo a tua respiração no meu monte de Vénus liso e nu, deixei de respirar, sem nunca perder os teus olhos de vista, deixei me levar pelo prazer, a tua língua húmida e quente começou a torturar o meu clítoris, senti-o latejar… revirava os olhos a cada toque da tua língua, mas não conseguia deixar de olhar para ti e ver o quanto te dava prazer lamber-me. O orgasmo subia a cada investida da tua língua, mas não contava com ela bem na entrada da minha cona, lambias toda a minha humidade. “Maissssssss…. Por favor” pedi eu… Queria mais… a língua não chegava, precisava de ti dentro de mim… a palmada no meu clítoris fez o meu mundo explodir em mil cores, berrei enquanto te sentia lamber me com satisfação. Sem me dares tempo para recuperar a respiração, enterraste-te em mim com força, com fome e beijas-te me com fome, o meu sabor na tua boca embriagou os meus sentidos, e deixei me perder entre as tuas estocadas firmes e entesoantes… Sem eu contar a minha cona contrario ao redor do teu caralho e gemendo na tua boca vim me como uma puta no cio, completamente desenfreada. Completamente extasiada no meu próprio orgasmo, senti te levantar e saíres de dentro de mim, sem mais demoras passas-te o teu caralho nos meus lábios, forçando-os a abrir, com fome de ti, chupei o teu caralho bem fundo na minha boca, fiz-lo descer ate a minha garganta e suguei… os teus movimentos foram ganhando vida, ate que me fodias a boca sem do nem piedade, ate sentir a tua semente na minha garganta, engoli o que pude, ate conseguires retirar o teu caralho da minha boca. Sorri para ti, enquanto me desamarravas… deitaste-te ao meu lado e enquanto me embalavas contra o teu corpo.

“ BOM DIA meu amor”

domingo, 6 de março de 2011

O primeiro selo


Agradeço ao pedaço de mau caminho do Foxos pelo reconhecimento do meu blog com este selo. Vamos lá começar com as 7 coisinhas sobre mim:

  • Impulsiva por natureza
  • Alegre
  • Liberal em todos os sentidos e mais alguns
  • Curiosa qb
  • Gulosa
  • Calma
  • E viciada em cafeína.....

Agora os 15 blog's, mas apenas irei nomear 8 que me despertam curiosidade... e interesse (peço desculpa por não nomear mais, mas ainda me habituando ao mundo dos blog´s. ):

Obrigada por fazerem parte dos meus dias....