segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Saudade de TI.....

Estava sentada na cama, a musica entrava na pele e arrepiava me, fazendo me lembrar o modo como o teu toque me fazia sentir, as lágrimas rolavam pela minha cara, a lembrança do teu sorriso aquecia me a alma, o teu olhar de desejo, que tão bem lembrava, deixava me o corpo quente e desejava o teu toque! Um sentimento de saudade, tristeza, e sentia o coração apertado, pequeno e quebrado. Mas porque ainda desejava as tuas mãos no meu corpo, os teus beijos na minha boca, as palavras sujas, na tua voz rouca de desejo, que me entesavam ao limite, porque ainda te desejava mais! O pensamento vagava entre os teus dedos dentro de mim, a lembrança do teu cheiro que me deixava tonta de desejo, a humidade entre as minhas pernas aumentava sempre que lembrava o teu caralho na minha boca! Porque me sinto vazia sem o teu calor no meu corpo? A tua língua nos meus mamilos, eles entesam só de lembrar o serpentear da tua língua! Não aguentando a ausência de ti, e querendo te uma noite mais, sinto me levitar no toque das minhas mãos enquanto me imagino nos teus braços, para o teu prazer e meu, tão carnal, tão único e intenso… subo sobre as lembranças de ti, e no modo como me aquecias e fazias sentir….


O desejo….

A paixão…..

A cumplicidade…

O orgasmo deita por terra tudo o que tentei segurar até agora…. E caio entre os meus pensamentos…..

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Saudade....

Buscava no teu olhar a certeza que te poderia beijar, procurava forças dentro de mim para não ser impulsiva, e te despir sem demoras, e lamber o teu caralho, tremia de desejo, de tesão, o meu corpo pedia atenção, o torvelinho de emoções e sensações invadiam me o corpo em um desejo desesperante! Beijas te me, sufoquei, ardia pelo teu toque, pelo teu corpo sobre o meu! As tuas mãos apertavam os mamilos até a doce dor, queria mais, as costas arqueavam se ao teu calor, não, a tortura era agoniante, excitante! O teu beijo levava me a loucura, as tuas mãos queimavam no peito, o teu caralho duro teso encostado ao meu corpo fazia me tremer as pernas e perder o equilíbrio, a parede e tu não me deixavam cair, mas o calor aumentava, o meu clítoris pulsava em resposta ao teu beijo e toque!Por favor, por favor mais mais”, foram as únicas palavras k consegui pronunciar! A tua língua começou a lamber o meu pescoço, derretia a cada lambida, trincavas suavemente e eu gemia, contorcia me sobe as tuas mãos… elas brincavam, ate que começaram a descer e a descer, tiras te a saia em tempo recorde, mas a tortura voltava, ora brincavas com as minhas coxas ou com as minhas nádegas, mas sempre que chegavas perto do clítoris voltavas a trás, não suportava a agonia. A tortura, a fome de ti. Ganhando forças procurei o teu caralho mesmo sobre as calças, duro e teso. Agarrei como pude, e senti te fraquejar de desejo também, os nossos gemidos de tortura, prazer e desejo, as respirações aceleradas. Estava perdida no prazer que me davas mas sem o alívio que necessitava… voltei a pedir, quase a chorar, e já sem conseguir falar… “Por favor…. Faz me vir…” Senti os teus dedos a abrir os meus lábios, a minha cona encharcada, ainda se ensopou mais só de sentir os teus dedos na minha carne, o clítoris já dormente, e necessitado de toque pulsava ao suave roçar dos teus dedos. A respiração falhou me enquanto te sentia penetrar com os dedos, a tua respiração no meu ouvido, e estremeci quando te ouvi dizer… “ Goza nos meus dedos, vem te neles, quero te ouvir gemer…..”
Não sei se foi as tuas palavras, se os teus dedos, se o tesao ou o desejo, o orgasmo estalou dentro de mim como mil luzes, não gemi, berrei… segurei me nas tuas costas para não perder o equilíbrio das pernas…. Quando acalmou, beijavas me com fulgor e sorrias, tal como eu… Ficamos assim ate a minha respiração acalmar….

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Desespero e Tortura....

Suspirava pelo teu toque, humedecia a cueca a pensar nas tuas mãos a tocar nos meus mamilos tesos. O dia estava demasiado quente para não pensar em ti dentro de mim, e fazer me suar. O desejo, a tesão, a vontade de te sentir matava me e torturava.

A respiração acelerava a cada batida do coração, a palpitação no meu clítoris deixava doida. Precisava de ti, das tuas mãos, do teu corpo quente sobre o meu, a tua respiração no meu pescoço, a tua voz rouca a falar me ao ouvido, aiiii estava a dar em maluca….
Já não aguentava sentir a cadeira, já tinha fogo no corpo… lentamente e a muito custo fui ate a casa de banho, passei a cara por água, olhei para o espelho, tinha os lábios inchados por os trincar, os olhos abertos de tesão, as bochechas rosadas de desejo, os lábios entre abertos, e a respiração continuava rápida, os mamilos tesos notavam-se na camisola, e as mamas subiam e desciam conforme a respiração ofegante. As mãos tremiam… mas mesmo assim toquei nos mamilos, e ofeguei quando as senti nos mamilos que pediam atenção e belisquei-os, gemi baixinho… a casa de banho estava vazia e a ideia de me fechar num repatriamento era tentadora demais para não o fazer, sem pensar nas consequências, fechei me na casa de banho, encostada a parede, procurei acalmar os mamilos com o toque das mãos, a tortura era demais de aguentar, sentia me excitar cada vez mais e mais, beliscava os mamilos, pensando na tua boca neles, as tuas mãos no nas minhas nádegas a puxar me contra o teu corpo, , tremia de desejo, não aguentado o estado em que estava… procurei o clítoris e encontrei-o dilatado de desejo de toque, completamente molhada, e sem qualquer maneira de aguentar o desejo, comecei por me masturbar ali mesmo, as costas encostadas a parede da casa de banho, uma mão a acariciar o mamilo teso, e a outra bem debaixo do meu vestido, as pernas tremiam, e sentindo o orgasmo tão perto, não aguentava mais…. O orgasmo a chegar, o grito a quer sair da boca, e ouvindo passos no corredor, mordi o lábio para não gemer alto, e tremi dos pés a cabeça. O orgasmo explodiu mesmo nos meus dedos, os mamilos entesaram e bati com a cabeça na parede… Fiquei encostada a parede ate acalmar a respiração…. Sai da casa de banho de sorriso de orelha a orelha, mesmo assim completamente angustiada por não te ter tido dentro de mim…

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Desejar pode doer...

O pensamento voava livre, queria estar novamente nos teus braços, necessitava te ter ao meu lado, sentir o teu corpo no meu. Sentia o peito subir e descer cada vez mais rápido, ansiosa por te beijar e te abraçar contra mim. Cheirar a tua pele, saborear o teu sabor, acariciar o teu corpo. A cueca humedecia cada vez mais e mais, as pernas tremiam e ofegava, não via o minuto de te ter novamente só para mim. Relembrar o teu olhar, o teu sorriso malicioso, e a tua voz rouca de prazer. Imaginava me nos teus braços e perder a noção do tempo, tremia cada vez mais… não aguentava mais a distancia do teu corpo era uma tortura. Beijar os teus lábios novamente deixou me ainda pior, tremia de antecipação, o beijo tornou se ainda mais duro e cru, daqueles deficar sem respiração, a tua mão a percorrer o meu corpo, ainda vestido, mas transpirado de desejo e a minha respiração ofegante. Senti o teu caralho duro sobre a minha perna e procurei toca-lo, mas com a tua mão a brincar com o meu clítoris fez me perder as forças. Abracei te e deixei me levar pelo teu toque. Não esperava que o orgasmo chega-se tão rápido, a minha respiração ofegante sobre o teu pescoço e deixei me vir sobre a tua mão… com as pernas a tremer e correndo o risco de cair, deixei me ajoelhar mesmo em frente a ti. Assim teria a oportunidade de tocar te, e lamber-te, colocaste o caralho por fora das calças, e sem pensar, comecei a lambe-lo e suga-lo sem qualquer intenção de parar… pedis-te me para ter calma ou irias acabar por te vir na minha boca. Não, não queria parar, queria te dar o mesmo prazer que me deste… levantas te me, e viras te me de costas para ti, baixaste me as calças e penetras te me, gemia e ofegava cada vez mais…. Paraste e atiras te me sobre a cama, retiras me as calças, o meu corpo tremia de desejo, as tuas mãos queimavam me a pele, sentia me perdida com todo o prazer que sentia cada vez que a tua pele tinha contacto com a minha. Parei de respirar quando senti a tua língua húmida sobre o meu clítoris, gemia enquanto te sentia brincar com a minha cona, sentia me quebrar de tanto prazer, e não demorei a me vir na tua língua. Ainda com as pernas a tremer pelo orgasmo, penetraste-me, queimava e suava, suspirava e gemia, mordia os lábios e apertava a colcha da cama…. As minhas pernas apertavam te sobre o meu corpo e sentia te entrar em mim em cada investida, sentia me cair cada vez que me pressionavas… gemia cada vez mais e mais, os nossos corpos a balançar no mesmo ritmo, a queimar cada vez e mais… explodimos, com os corpos ainda em espasmos, suados e melados, trocamos beijos e olhares, carícias e mimos……

domingo, 29 de agosto de 2010

Sentir-te em mim......


A oportunidade de estar contigo fugia das mãos, a ansiedade matava-me por dentro, tentando não demonstrar o que sentia, sorria, mas o corpo tremia como varas verdes. Ansiedade, antecipação, desejo, precisava de te sentir novamente, te ter nos meus braços, e saber que podia te tocar, saber que estavas comigo… A vontade de te ter sobre a minha pele, sentir o teu suor no meu corpo, ouvir os teus gemidos e grunhidos.
Quando senti os teus lábios nos meus sabia que era real, sabia que te tinha ao meu lado novamente, mas continuava a tremer…. Não tinha ideia como reagir, o que poderia acontecer, sentia o clítoris a pulsar de desejo e a agonia de te ter nu sobre mim aumentava a cada segundo. A conversa e o café fluíram de tal forma que tudo se tornou natural, mas quando já estávamos no quarto a agonia de não saber que fazer voltou e deixei te conduzir, as minhas emoções estavam mescladas pelo nervosismo, mas o desejo estava a aumentar a cada segundo, o meu corpo respondia aos nossos beijos, ao teu toque, ao teu cheiro ( o teu cheiro deixa-me doida). O teu calor envolvia me em êxtase completo, perdida no desejo, na vontade de te beijar, te lamber, saborear cada bocadinho que me oferecias. Aquecia a cada segundo contigo, o tempo parava sempre que me tocavas. Sentir a tua boca no meu pescoço, a boca a descer ate ao meu mamilo direito, a tua saliva na minha pele, apetecia me gemer e gemer, agarrar te na cabeça e não te deixar parar. Quando pegaste na minha mão e a levas te ate ao teu caralho, a água na minha boca aumentou drasticamente, não havia roupa interior por baixo das tuas calças, e naquele momento a ideia de o saborear e brincar com a língua aumentou e aumentou, ate não aguentar mais. As minhas emoções estavam a ponto de estalar, mas conseguindo evitar as lágrimas, o desejo tomou conta de mim, o teu caralho na minha mão, a suavidade da pele dele, a forma como a cabecinha se molhava, hummm quando senti a tua cabecinha molhada na minha língua estalei em calor, e humidade, a minha cona, encharcou , o clítoris pedia ainda mais atenção, mas iria esperar, precisava te saborear, ao máximo, matar as saudades do teu sabor, da suavidade, dos teus gemidos enquanto te engolia o caralho, o desejo crescia ao te lamber… a te chupar, e ouvir o te gemer ainda mais quente me deixava. As tuas mãos na minha cabeça, as minhas mãos no teu caralho, a minha língua a serpentear pela tua verga… ai… como te adoro sentir na minha boca….
Após algum tempo mais tarde onde o calor e o suor, o desejo e a agonia do prazer já em estado de rebuçado, o teu caralho sondando a entrada do meu rabo, os meus gemidos de necessidade, tentando te pedir quase por favor para me enrabares, mas sem que as palavras saíssem pela agoniante necessidade. Enquanto a cabecinha entrava e o retiravas de mim, a agonia crescia e cresciam…. “Mau…. Estas a ser mau comigo….” Matavas me de agonia, e prazer… o desejo estalava no meu corpo, os mamilos tesos continuavam a pedir atenção, as minhas mãos nos mamilos, o teu olhar faminto a olhar me nos olhos, enquanto me enterravas todo… Uma estacada, outra e outra, o ritmo a aumentar e a aumentar… a necessidade de sentir te vir no meu rabo, continuavas a aumentar e aumentar, “vem-te para mim….” Pedi eu “quero o teu leite em mim….” Senti te estalar dentro do meu cu, o teu leite a explodir em mim… deixando me extasiada pela tua libertação os gemidos do teu orgasmo na minha cabeça….

O peso do teu corpo sobre o meu, as respirações ofegantes, as palavras doces que trocamos, o nosso suor mesclado, o tempo parou…..

domingo, 15 de agosto de 2010

uma noite de Verão...

O ar fresco da rua entrava pela janela, abraçava-me enquanto conversávamos e riamos. Sentia-me bem assim, mas a ideia de ficar novamente sozinha, deixou me a cabeça á toa, acabei por ir fumar a janela, afastar o pensamento de “abandono” porque ainda queria mais e mais de ti… A brisa fresca da noite deixava os meus mamilos arrepiados, a pele ,que outrora estava suada, começava agora a secar. Ainda conseguia sentir o clítoris a protestar por atenção, e eu só conseguia pensar no quanto te queria dentro de mim novamente. Equilibrada no peitoril da janela, via as pessoas passarem, sem terem noção da minha presença, completamente perdidas no seu mundo, e eu completamente perdida em sensações de desejo, ansiedade, respirando sobre o meu pensativo cigarro, tendo a ti no quarto falando e eu respondendo, como se fosse natural. Mal senti as tuas mãos nas minhas ancas sabia que teria algo mais que um simples mimo, friccionando as pernas uma na outra, e a tua perna a separar me as coxas, senti o ar fresco a beijar me o clítoris, tremi ante a ideia de te ter novamente dentro de mim. As pessoas a passar na rua, o cigarro entre os dedos, o teu caralho na entrada da minha cona, falhou o ar nos meus pulmões quando te senti crescer dentro de mim. A excitação de te ter dentro de mim, as pessoas a passarem na rua, eu gemer e esperar que ninguém olhasse, e nos visse, tu enterrado em mim, eu completamente excitada e alterada, evitando gemer, e não ser ouvida, o movimento de dentro fora do teu caralho, as tuas mãos nas minhas ancas a puxar me para ti, aiiiii que tesão, continuas te me a foder, uma e outra vez, eu excitada, quente , as minhas mãos a segurar me no peitoril da janela, os mamilos tesos, hummmmm, estavas perto de te vir, não não te deixaria parar, estava morta de prazer só de te sentir, senti o ritmo aumentar, os teus gemidos afogados e os meus entre os teus, “ Sim vem-te dentro de mim por favor… quero te sentir vir…”. Aumentando o ritmo, a tua respiração parou por segundos, enquanto me apertavas contra ti, e te vinhas dentro de mim, o beijo no centro das minhas costas correu a minha coluna como um choque eléctrico, as pessoas, continuavam a passar, a noite continuava, as estrelas la estavam no céu, e a tua respiração ofegante, aquecia me o pescoço…

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

A suavidade dos teus lábios.



Olhava te nos olhos e sentia me arrepiar, humedecer a cueca de antecipação, humedecias os lábios e tremia por sentir a tua boca na minha. A tua voz suave perguntava me: “Que podemos fazer?” na minha cabeça a resposta era “ Sentir a tua pele suada sobre o meu corpo ,ouvir-te gemer de prazer….”. Mas consegui articular as palavras “hummm tanta coisa…”. Quando senti os teus lábios nos meus, o calor estalou pela minha pele, não tinha o suficiente, não era o suficiente, a tua língua dançava e brincava com a minha, tentei agarrar os teus lábios com os meus, mas conseguiste quebrar o beijo, respirando fundo e gemendo pela perda dos teus lábios, vi-te sorrir… o teu olhar aqueceu-me ainda mais, e o meu clítoris protestou… Entramos no elevador, sabia que a viagem seria rápida, mas os teus lábios nos meus deixaram me doida, o raciocínio parou. Ainda com as mãos a tremer, abri a porta do quarto e todo o tempo parou, tremi quando senti o teu corpo no meu, os beijos fugazes, as tuas mãos no meu corpo, queimava o toque, precisava mais… senti a tua boca nos meus mamilos, perdi a lógica de pensamento nesse mesmo instante, a tua mão procurando a minha, e deixei me guiar por ela ate ao teu caralho, o teu gemido fez o meu corpo manteiga, o teu beijo, o teu caralho duro sobre a palma da minha mão, a agua na boca que tinha fez o resto…

Desci as tuas calças, o teu caralho brilhava, e pedia atenção, queria sentir o teu sabor, a tua suavidade na minha boca. Os teus olhos deram me permissão para o fazer e levei a minha boca ate a cabeça brilhante do teu caralho, o seu sabor fez me lamber mais, sugar e gemi ante a tua resposta surda, sim estavas a gostar…. E o teu caralho pedia mais, a minha boca pedia mais, o meu corpo queria mais, e limitei me a lamber, sugar e chupar, os gemidos de satisfação que saiam da tua boca deixaram me em êxtase e relaxei, sim estavas a gostar. “ Tens lábios de veludo…” disseste tu, uma vez mais arrepiei me e traguei o teu caralho sem medo, apenas desejo, sim desejo acumulado… “foda, lambe me o caralho todo.” As palavras de entusiasmo saiam e eu continuava, as tuas mãos acariciavam me a cabeça, continuando a lamber como se um doce gostoso se trata-se. Estava completamente fascinada, a suavidade, o teu sabor, o desejo… aiiiiiiiii….
Fizeste-me parar e olhaste me nos olhos…. “Quero te foder…. Sim quero te foder….” Rodeaste me e quando me coloquei de 4, não sabia o que me farias, mas quando senti a tua língua no meu rabo, estalei de prazer e surpresa, não não esperava sentir a tua língua dessa forma…. Quando senti o teu caralho a sondar o meu rabo e a minha cona, gemia de antecipação, senti te pressionar a cabecinha sobre o meu rabo, hummmmmmmmm simmmmmm, suave, sim foste suave, a cabeça entrou e eu queria mais… sim mais forte, continuaste suavemente, e eu balancei me para ti, para entrar todo em mim, queria te sentir enterrado em mim, as tuas mãos nas minhas ancas, a pressionar me para ti, “fode…..”Pedi-te eu, o teu gemido fez me humedecer ainda mais, o vai e vem mais rítmico, e mais forte começou hummmmm, gemíamos suávamos, e fodias me… forte, perdi me no meio das sensações que davas ao meu corpo. “Vou me vir…” disseste te me tu…. “Simmmm por favor vem te para mim….” Senti como o teu corpo tremeu sobre o meu…. Procuraste a minha boca e beijaste me tão ternamente ….. que ficaria assim horas…. O teu corpo sobre o meu, tu dentro de mim, os teus lábios nos meus, as respirações ofegantes….



"Necessito de um abraço. Não perguntes, não digas nada... Abraça-me apenas"

terça-feira, 27 de julho de 2010

Calor, desejo, humidade... hummm



Sinto a pele queimar de desejo, os teus olhos olham me com desejo e fazem ferver o meu sangue, sinto um torvelinho de sentimentos a fluir sobre mim: Desejo, fome, vontade de beijar, necessidade de toque. Tremo de desejo, quero sentir o teu respirar no meu ouvido, as palavras de prazer a sair da tua boca..


Quero sentir te em mim, sobre mim, quero sentir o teu corpo unir se no meu, tremer de desejo e necessidade. Encostei me a parede para te olhar e admirar enquanto andavas de um lado para o outro, falavas ao telefone e eu com a vontade de te descer as calças e lamber te o caralho, mesmo assim, enquanto estavas a conversar, desisti… era arriscado cruzar essa linha… Mas o frio da parede torturava me a pele, os mamilos já doíam de tão tesos que estavam, por instinto apertei os. Apeteceu me gemer, mas esforcei me para não o fazer e mordi o lábio para abafar o gemido, continuei a acariciar me. Fechei os olhos e respirei fundo, deixei a alça do vestido descair do ombro e o meu peito saltou livremente sobre o ar frio do ar condicionado e deixou ainda mais doida. Apertei o com força e fiz o mesmo com o outro peito, o clítoris começou a palpitar e a minha necessidade de mais também cresceu. Deixei me levar pelo desejo, e levei a mão ate ao clítoris e acariciei o por cima da cueca, esta já encharcada, livrando me delas, ficaram a meio caminho, mesmo nos joelhos, mas completamente embebida no meu prazer e no que sentia enquanto me tocava, perto perto, mas tão perto de me vir, os joelhos a querem falhar. Ouvi o teu gemido e procurei te, estavas sentado no sofá em frente a mim, completamente nu… Aiiii estavas duro, hummm tocavas te também, tremi ante a visão de te ver a tocar, hummmmm. Levantaste te e andas te ate mim, fiquei estática, não sabia que fazer ou dizer. Olhava-te nos olhos e descia ate ao teu caralho, bem enorme, grosso, desejoso, ai como era uma imagem fantástica, quando senti os teus lábios roçarem nos meus, tremi, desejava te tanto que não conseguia parar de tremer, o beijo começou leve, mas entre gemidos e grunhidos e vontade de mais, os nossos corpos roçavam, não aguentava mais, queimava a necessidade e a vontade de te ter dentro de mim, com a voz rouca, pedi “ fode-me… por favor….” As tuas mãos agarraram nas nádegas, hummm as cuecas acabaram por sair, senti as tuas unhas a espetar na minha carne, enquanto me beijavas com fome, a tua língua dançava na minha boca, eu estava estagiada pelo desejo, completamente cega, abriste me as pernas, agarrei me aos teus ombros, sem nunca deixar a tua boca, e senti te penetrar, sufuquei… levantando a cabeça e tendo o apoio da parede e o teu corpo como amparo, queria respirar e só te sentia a foder me estocada a estocada, forte, com um ritmo forte sem vacilar, o abismo estava tão perto… sem conseguir respirar, so sentindo me penetrares, olhei te nos olhos, e pedi te…”vem-te comigo por favor”. Quase instantaneamente desfiz me em luzes, berrei, abraçando te… senti a tua libertação dentro de mim e os teus gemidos de encontro aos meus.

Quando voltei a mim, senti me embalada nos teus braços, tu sentado no chão e ainda a sustentar me…. Hummm……

domingo, 25 de julho de 2010

Oh doce mesa

Senti o teu puxão para me levantar, agarraste me com força senti me contra o teu peito nu, os mamilos doridos de tão excitados que estavam, gemi e ofeguei senti me tonta de desejo sobre o calor do teu corpo, Estavas duro novamente contra mim, a tua língua dançava no meu pescoço, e eu tremia, as mãos ainda presas, viraste me e ficando de costas para ti o meu rabo roçava em ti. Hummmm a tua língua na minha nuca. Iria cair, não conseguia sentir as pernas, dobras te me sobre algo completamente gelado, gritei e ofeguei ainda mais, abrindo os olhos reparei na mesa, os mamilos ardentes nas mesa fria, queria gemer mas estava completamente sem folgo extremamente excitada, e não conseguia pensar, sem qualquer noção e envolta de desejo e calor, só ofegava e gemia sentindo a tua língua a dançar nas minhas costas, as tuas mãos nas minhas nádegas aiii, a humidade escorria me pelas pernas, que viria a seguir, o teu corpo dançava a um ritmo fugas, e deixava me a tremer mais e mais, senti o orgasmo crescer em mim… se continua se assim viria me sem qualquer outra provocação. Os teus dedos dançavam dentro e fora de mim… a tua língua deslizava na minha pele como uma cobra, aproximavas te cada vez mais, mas a tortura matava cada vez mais, já gemia, e berrava ate que não aguentei mais e gritei, FODE-ME JÁ! Senti os meus dentes estalarem de tanta presao estar a fazer mas mal senti o caralho aproximar do meu rabo empinei o mais para senti lo entrar mas estavas ainda a torturar mais, chorei baixinho e pedi “Por favor, Fode-me não me deixes assim a espera.” Mal acabei de dizer enterraste o todo, senti me preenchida e berrei “MAIS” começas te a foder com ritmo forte e duro, sentia te entrar e sair da minha cona uma outra e outra ate que estalei em berros, lágrimas e deixei de ter noção do que aconteceu…. Os teus beijos doces no meu pescoço acordaram me e sorri… “HUMMMM quero mais…..”

terça-feira, 13 de julho de 2010

A sede do desejo

O meu corpo voltava a tremer de antecipação só de pensar em ti dentro de mim novamente, morria de desejo só de pensar em chupar-te mais uma vez, sugar o teu caralho bem fundo na minha boca, o teu gosto agridoce deixava a minha boca com mais saliva. Tremia ainda mais só de pensar nos teus lábios nos meus mamilos, os teus dentes a torturar os meus botões. A minha racha humedecia com os pensamentos que tinha sobre nos.

Precisava de ti novamente, desejava te com todo o meu corpo e alma, o meu corpo pedia cada vez mais atenção, chegaste e beijas te me com todo o teu corpo a pressionar me, senti o teu corpo duro contra mim, e dei me conta do teu caralho sobre o meu corpo, estavas duro e deixaste me a suspirar sobre a tua boca, completamente em êxtase de desejo e cada vez mais excitada e agoniada pelo calor se desprendia do teu corpo…. Senti as tuas mãos puxar me o cabelo na nuca e gemi de desejo mais uma vez… precisava de te sentir mais e pressionei me ainda mais sobre ti, os mamilos estavam doridos de tesos que estavam pediam atenção a gritos, e eu gemia mais sobre os teus lábios. Com as mãos tremulas de desejo comecei a tentar desapertar as tuas calças e prendeste me os braços, protestei, mas quando senti que me prendias as mãos atrás das costas suspirei de surpresa e olhei te suplicante que não o fizesses. Sorriste e disseste me ao ouvido “hoje és apenas minha e estas ao meu dispor….” As tuas palavras cheias de ideias pecaminosas desceram sobre a minha espinha levando me a uma tortura agoniante, pensei por minutos que morria de antecipação. Não faço ideia de onde saíram as algemas, ou de como me prendeste os pulsos, mas estava perdida. O teu cheiro deixava me perdida, e tudo o que conseguia pensar era ter o teu corpo nu sobre o meu, pele com pele… Já me custava respirar só de pensar no que poderia acontecer… A tua boca procurou a minha, os teus lábios firmes e com promessas obscenas, deixando me em transe, completamente perdida… as tuas mãos firmes sobre os meus ombros pressionando me contra o teu peito… beijavas me o queixo e gemia cada vez mais descontrolada sobre a tua boca, as mãos presas sem conseguir tocar te, só o teu calor deixava me tonta, completamente desorientada e com todo o meu corpo a morrer de desejo. Sentia impotente sobre a pressão dos teus beijos, queria te agarrar contra mim, choramingava a cada beijo teu… sussurras te me ao ouvido “ queres lamber me o caralho?” tremi ante o pensamento de ter o teu caralho na minha boca… olhei te desesperada e disse que sim com a cabeça. “ Ajoelha-te…” disseste-me suavemente, e logo estando com os olhos na tua braguilha, o teu caralho protestava por libertação, conseguia sentir o teu próprio desejo, quando o teu caralho saltou em liberdade, simplesmente te lambi e senti te tremer. Tinha as coxas molhadas pela minha própria humidade, morria de desejo, queimava me a pele, sentia os mamilos a doer de tão excitados que estavam, e o clítoris estava dormente por atenção. A tua mão acariciou me a cara e olhei te nos olhos, olhar de desejo estampado na tua cara, estavas duro e quente para mim quando te senti na minha boca, os teus dedos enterrados no meu cabelo, enterravas o teu caralho na minha boca, primeiro suavemente para me habituar, começaste a enterrar mais e mais, sentia te entrar e sair da minha garganta quase sufocando-me, arrepiando me a pele cada vez mais. Os mamilos chegaram ao ponto de não aguentar mais, sentia te perto… e eu tremia de desejo, estavas prestes a te vir… gemias e continuavas a um ritmo feroz, teu sabor na minha boca, traguei ate não aguentar mais… tremia e tremia de desejo… precisava de consolo e rápido…. Ajolhaste ante de mim e disseste me ainda ofegante… “hummm agora prepara te para me dares de beber”

terça-feira, 15 de junho de 2010

O toque


Fumava-mos um pensativo cigarro, olhando nos olhos um do outro, ainda me sentia a latejar, completamente excitada, mas ainda conseguia me controlar, senti os teus dedos a brincar com o meu cabelo, sabias como me tirar do serio, e o cabelo era o melhor condutor para me deixar doida, apaguei o cigarro, enquanto procurava o calor do teu corpo, precisava do teu toque, precisava de ti… do calor do teu desejo o toque das tuas mãos que incendiavam o meu corpo, que me molhava de tal maneira que há muito não tinha conhecimento… beijas te me sem gentileza, mas com fome, uma que também corria nas minhas veias. As nossas bocas descobriam se novamente… as nossas línguas acariciavam se sem cessar, as tuas mãos brincavam com os meus mamilos, precisava do teu toque, gemia enquanto sentia a tua boca, e as tuas mãos nas minhas mamas, precisava sentir te mais, precisava te ter… era agoniante a excitação que crescia a cada segundo dentro de mim, e tu atiçavas me com as tuas mãos, com o teu corpo roçando em mim, com a tua boca e língua, os teus dentes na minha carne, aiiiiiiiiiiiiiiii, morria de tesão debaixo do teu corpo, precisava desesperadamente te ter dentro de mim, ou outra forma de me fazeres vir, estava no meu limite, não aguentaria muito mais. Os teus dedos deslizavam nas minhas costas ate ao meu rabo, adorava sentir as tuas mãos no meu rabo deixavam me extasiada, senti o teu dedo deslizar dentro do meu rabo, gemia e contorcia me ao teu toque, os teus dentes no meu mamilo dorido, a minha mão na tua pele, pedia te “por favor, deixa me vir… quero te dentro de mim…” suavemente penetraste me e começas te a foder me, sentia o teu dedo e o teu caralho em mim, completamente preenchida gemia. Estava em declínio para o orgasmo, já não podia parar, o teu corpo contra o meu, estocada a estocada, até que não aguentei mais e deixei me levar pelo orgasmo, vi as estrelas e senti te estremecer sobre mim… as respirações ofegantes e o meu corpo todo ele ainda tremia, em espasmos, beijei te a testa e sorri antes de deixar me adormecer….

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Sabor do desejo....

Era um daqueles dias que me apetecia fugir da rotina, do stress do dia-a-dia, e entregar me aos teus braços novamente, não sai-as do meu pensamento, das tuas mãos a percorrer o meu corpo, os teus lábios macios a beijar os meus, a tua língua a penetrar a minha boca sem qualquer pudor. Estava ansiosa por te tocar, esperava por ti, a tremer de desejo e ansiedade. Mais uma vez, pontual como sempre chegaste para nos levar ao nosso mundo, aquele que só nos e os nossos corpos entravam… Chegamos ao motel, num tempo recorde, as tuas mãos já perdidas nas minhas pernas, deixavam me completamente sem folgo. O calor que sentia era enorme, sentia as nossas respirações ofegantes. Subimos ao quarto, e mal a porta se fechou, comecei a te despir, e a beijar enquanto desabotoava a tua camisa, precisava de sentir a tua pele, o mais rápido possível, já não aguentava a ausência do teu toque. O meu corpo já latejava, tinha que te ter novamente… não demorou a ter te sem camisa e já com as respirações completamente ofegantes, sentia as tuas mãos por baixo da minha saia, a tocar nas minha nádegas, derretendo me mais uma vez nas tuas mãos, teria que ter força para não me deixar levar pelo desejo do teu toque. Caso continua-se assim não teria qualquer mão sobre o meu desejo, e precisava sentir o teu sabor… continuas-te a pressionar contra ti… sentia o teu desejo na minha barriga. As tuas mãos não paravam de acariciar o rabo, as costas, a nuca… hummmmmmm, começaste a desabotoar a minha camisa, com perícia, e com audácia, sentia os nos dos teus dedos no meu peito, os mamilos continuavam a protestar por atenção, ainda continuávamos encostados a porta, não aguentado a pressão do meu corpo, comecei a desapertar as tuas calças, já nada me podia deter, nem mesmo a tua língua marota, precisava sentir te na minha boca, queria o teu sabor… comecei a traçar beijos no teu queixo, no teu pescoço, fui descendo, beijando, parei num dos teus mamilos e comecei a beija-lo suavemente, e quando o trinquei gemeste e fizeste me ver que podia estar a magoar, continuei a beijar suavemente ate atenuar a dor, e continuei com os beijos doces pela tua barriga, ajoelhando me a tua frente, olhei te nos olhos, eles obscurecidos pelo desejo, não pensei em mais nada alem de te ter na minha boca, precisava te deixar doido, pelo menos mais… desci as tuas calças, e a tua cueca… mal olhei para a tua tesão humedeci os lábios, comecei por te tocar com a língua, não te queria tocar com as mãos, tinha as mãos geladas, comecei por te lamber as bolinhas, suguei brinquei com a minha língua, a minha boca lambia com furor, sentia o teu caralho teso na minha boca, sentia o perto da minha garganta e sugava cada vez mais, precisava de te saborear, pressionei as minhas mãos nas tuas coxas, senti as tuas mãos no meu cabelo a sujeitar me contra ti, o teu leite escorria na minha garganta sem problemas sugava tudo sem desperdiçar nada, extasiada pelo teu sabor deixei me cair no chão ofegante, escorregaste pela parede, e abraçaste me, os dois ofegantes e ainda com mais desejo… disseste no ouvido… “ vamos para a cama… ainda não acabamos… mal começamos”

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Calor noturno...


Uma noite enquanto dormia, tranquilamente, entraste no meu sonho sem pedir licença, sem autorização alguma, invadiste a minha mente durante o meu sono tranquilo. Dormia tranquilamente, enquanto te sentia aproximar de mim pelas costas, sentia o teu calor no meu pescoço enquanto sentia a tua respiração tocar me de leve, senti as tuas mãos no meu peito nu, estávamos nus, e sentia o teu calor no meu corpo quente, sentia me desfalecer no teu abraço forte e escaldante. Derretia me como manteiga ao teu toque, a tua boca beijava me a pele com perícia, como se soubesses onde tocar, onde estava cada nervo que me fazia estremecer, fazias me gemer de prazer enquanto me sugavas os mamilos e acariciavas o meu corpo nu, as tuas mãos ora me apalpavam o rabo, ora estavam entre as minhas pernas, gemia e vibrava debaixo do teu toque, gemia e gemia cada vez mais, procurava o teu corpo, mas não encontrava, so sentia o teu toque quente na minha pele, queimava onde quer que tocasse, gemia de frustração e desejo, mantinhas o ritmo de beijos perdidos, e as tuas mãos perdiam se no meu corpo. Desejava cada vez mais tocar te e não te encontrava, apenas sentia te a tocar me como se apenas tivesses ali para mim, somente o teu toque deixa me a tremer. As tuas mãos tocavam me onde eu queria que toca se, ora tocavam e apertavam o meu peito, ora sentia os teus dedos na minha carne entre as pernas, estava completamente perdida no teu toque, cada vez mais extasiada e perdida nos teus beijos, na tua língua, queria mais e mais… desesperadamente contorcia me nos lençóis, sem noção do que acontecia apenas sentindo as tuas mãos, os teus beijos na minha pele, senti a tua língua brincar com o meu clítoris e as tuas mãos a prender os movimentos das minhas pernas, completamente perdida com o teu toque, deixei me levar… queria mais, mas as tuas mãos prendia me os movimentos e como se soubesses o que queria, começas te a acariciar o meu rabo e mal senti o teu dedo a forçar a entrada gemi, pressionei o meu corpo contra o teu dedo, já cega de desejo não senti a dor, apenas o prazer que me dava…. Tonta de desejo e com a garganta seca, senti o teu corpo contra o meu, senti os teus lábios com o meu sabor, e beijei te lambi, adorei o meu sabor nos teus lábios, o agridoce…. Completamente atordoada pedi te que me preenchesses, senti o teu dedo abandonar me fiz beicinho pela perda…. Continuas te me a beijar, e a preparar me para te ter dentro de mim, molhavas os dedos dentro de mim e conduzias até a entrada do meu rabo, primeiro um dedo, depois o outro, continuavas a beijar me e a torturar me com os dedos, abris te me as pernas, colocando uma almofada debaixo de mim, penetras me bem fundo. Foste gentil e meigo, não esperava outra coisa, gemíamos, penetravas me devagar e brincavas com o meu clítoris, beijavas e trincavas os mamilos, senti o me orgasmo a quer vir, contorcia me e gemia. Segurei os lençóis e gemi enquanto o orgasmo descia do meu corpo, sentindo o teu também a chegar… acabamos com a respiração ofegante tu em cima do meu peito a dares beijinhos no meu pescoço … ias começar a falar algo “ sabes……”


E acordei sobressaltada, sozinha na minha cama suada e quente…..

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Humidade ardente....

Ainda com os olhos fechados sentia a água a cair me, suavemente, na cara. Era agradável a sensação da agua, e ainda mais agradável era sentir as tuas mãos em volta de mim, e a tua respiração no meu pescoço, sentia o teu corpo colado nas minhas costas, como se fosse mos um. O tempo deve ter parado, não sei se tivemos assim segundos ou horas. Mas senti os teus beijos novamente na minha pele, queimava sentir os teus lábios, cada beijo, cada carícia tua era fogo na minha carne. As tuas mãos deslizavam me suavemente entre o meu ventre e o meu peito, fazendo cócegas suaves, beliscavas os meus mamilos tesos, o clítoris voltava a gritar em protesto, eu conseguia sentir a minha humidade escorrer pelas pernas, e não era a água. Desviaste o meu cabelo do pescoço e começas-te a traçar com a língua e os lábios, suaves beijos pela minha espinha, imediatamente estremeci pela sensação, senti o teu joelho no meio das minhas pernas para separa-las, obedeci e separei as penas, ao principio não entendi o porque. Tu guiaste me para dobrar e continuando a sentir os teus beijos nas minhas costas descendo bem lentamente, era torturante, agoniante, excitante demais…..aquela posição colocava me exposta a ti, completamente exposta, senti as tuas mãos a explorar me novamente, desta vez não queria só as tuas mãos, queria te sentir dentro de mim… As tuas mãos começaram a brincar com o meu rabo, foi a gota de agua, eu tinha que te sentir… Endireitei as costas rapidamente e olhei para ti sobre o meu ombro, tu estavas com uma cara assustada, disse-te sem hesitar um único segundo: quero te dentro de mim na próxima vez que me vir…. Encostei me a parede fria do chuveiro e empinei o rabo na tua direcção, abrindo ligeiramente as pernas, senti o teu caralho entrar em mim, as tuas mãos seguravam nas mamas, e apertavam mas enquanto me fodias, gemidos saiam das nossas bocas, alem do som as nossas coxas que batiam sem parar num ritmo frenético... senti me desfalecer com o orgasmo que tive, berrei até me doer a garganta, sentindo te também a vir comigo, até desabarmos no chão do chuveiro completamente exaustos. Abraçavas me no chão do chuveiro enquanto as nossas respirações e tremores não paravam. E algo iluminou se na minha cabeça.


Acabei por me rir e disse: “ Pelo menos desta vez não estava sozinha, e tu não estavas nas minhas mãos, mas sim aqui comigo”.

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Desejo selvagem...



Lá a custo conseguimos chegar a casa de banho. A banheira era ampla, começas-te por entrar e verificar a temperatura da agua, estendes-te me a mão para te seguir para dentro da banheira, não hesitei, agarrando me a ti para não cair, voltei a derreter-me nos teus braços não havia volta a dar, parecia manteiga nos teus braços, deixas-me excitada, doida, molhada, e muito depravada, precisava de voltar a sentir o sabor dos teus beijos, não me canso dos teus lábios, da tua língua, do teu sabor. Acho que o tempo parou quando senti os teus lábios nos meus, o teu corpo nu e quente colado no meu, a agua corria livremente nos nossos corpos unidos, senti me pressionada contra a parede gelada, e gemi pela surpresa. Fechei os olhos, não aguentava a pressão que tinha no meu ventre, a necessidade de me tocar era enorme, precisava aliviar a pressão a todo custo ou dava em doida, sentia o meu clítoris latejar de necessidade, tinha que me tocar, ou dava em doida…

Continuaste a beijar me, começaste a beijar o meu pescoço, e eu já estava completamente descontrolada, já não aguentaria a tortura muito mais, “ por favor, não me tortures mais……”pedi-te eu quase sem folgo, mas tu não paraste, já me segurava em ti para não cair, já não me segurava sozinha, continuaste com os beijos, e as trincas, as tuas mãos pressionavam o meu rabo de modo a que ficasse colada ao teu corpo. Gemia cá vez que sentia o teu membro pressionado contra o meu ventre, os teus dentes trincavam os meus mamilos rijos, segurava a tua cabeça contra o meu peito, precisava de sentir mais, quero mais de ti, preciso mais…

Não aguentando mais, desloquei a minha mão até bem perto do meu clítoris, “toca-te para mim!” pediste me tu, nem hesitei, precisava urgentemente me tocar, comecei a circular o clítoris, estava inchado e necessitado, os teus dentes continuava a beliscar me a carne, tinha a cabeça as voltas, respirava rapidamente, o som que provinha da tua boca que sugava os meus peitos atordoava os meus sentidos, comecei a perder o equilíbrio das pernas e escorregava pela parede, seguraste-me e apertaste me ao teu corpo, soltei um gemido necessidade, precisava me vir. Sem pedires sequer a tua mão chegou bem perto da entrada da minha vagina e penetras te me com um dedo, essa invasão foi o suficiente para me vir e berrar, contorcer sobre a tua mão, contra o teu corpo que me segurava sem me deixar cair. Encostei a cabeça no teu ombro enquanto a respiração e a surpresa pelo orgasmo arrebatador voltava ao normal.

Beijavas me o pescoço e dizias coisas suaves enquanto não voltava ao normal, as pernas tremiam pelos espasmos e os mini-orgasmos continuavam a ir e vir, acabei por dizer a muito custo “Preciso te sentir dentro de mim….” .

segunda-feira, 31 de maio de 2010

O sabor do pecado....


Seguiste-me até a casa de banho, senti o teu beliscão no meu rabo, virei me para ti para repostar e cai nos teus braços, derretendo-me num beijo ardente e cheio de más intenções. O banho teria que esperar, já não conseguia voltar atrás, já não queria sequer pensar na agua, apenas queria perder me no calor do teu beijo, na tentação dos teus braços, no toque das tuas mãos, precisava com urgência de te sentir…Entre gemidos e respirações ofegantes apenas tinha uma meta, queria sentir o teu sabor, queria beber o teu desejo, voltei a beijar o teus pescoço, ajoelhei me diante de ti, disseste me “não aguentarei mais, se continuares…” sorri-te com o intuito de te mostrar que era isso o que realmente eu queria, que te perdesses comigo, como eu perdia me nas tuas mãos, na ponta dos teus dedos… comecei por te sugar levemente… não podia perder o controlo, queria te saborear, queria te sentir contorcer de prazer, queria te ouvir gemer, quando senti a tua mão a segurar a cabeça perdi a noção do tempo, perdi o resto do meu controlo, e comecei a sugar com mais vivacidade não podia voltar atrás agora, queria te saborear… Não demorou muito a te vires, o teu gemido gelou-me e derreteu me ao mesmo tempo, o sabor agridoce que tanto ansiava sentir desceu na minha garganta matando qualquer sede que tinha, a tua respiração acalmou devagar, e puxaste me até o teu peito, beijaste me a testa e sussurras-te “ Será que é desta que te poderei lavar as costas??” Começamos a rir como doidos…

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Uma loucura a dois


Chegas-te a hora combinada naquela tarde, cheiravas bem, apetecia me beijar te ali mesmo, sem ter medo de nada, fiquei completamente excitada só de olhar para os teus lábios enquanto sorrias. Apetecia me fechar os olhos enquanto o carro andava, queria absorver todos os minutos contigo. Fazes me sentir bem, sentir desejada, única, e excitada.


Perguntei te “Onde me levavas?”. Apenas disseste: “SURPRESA, podes confiar em mim!” e como verdade que era disse “Eu confio em ti”. Conversamos normalmente, rimos, até que reparei onde íamos. Aquele tal motel pelo qual me apaixonei pela sensualidade. Fiquei atónica e sem palavras, olhei para ti. Procurava alguma resposta… mas apenas me apertaste a coxa e disseste “ Sei que vais gostar.” Eu acenei com a cabeça, eu sabia que iria gostar e muito. Comecei a respirar com alguma rapidez, enquanto molhava a cueca, esta a ficar excitada por antecipação, se já tinha vontade de te beijar, agora saia das marcas a vontade que te tinha de agarrar, segurei me para não te beijar antes de entrar na garagem, respirei o mais fundo que pude e olhei para ti. O teu sorriso maroto brilhava, e a minha vontade de te beijar aumentou drasticamente, peguei na tua cara com as duas mãos e beijei te sem demoras, sem qualquer meiguice, mas sim com necessidade, fui correspondida com o maior furor. Olhando para ti, apetecia-me desapertar a tua camisa e beijar cada bocadinho de pele tua. “Não vamos subir?”Perguntei, curiosa para te ver estendido na cama. Saíste do carro e quando reparei já estava ao lado da minha porta a abri-la, apoiei me na tua mão estendida para sair, mas tinha as pernas tipo varas verdes por causa do beijo, ajudas te a não cair, mas o calor do teu corpo contra o meu deixou me tonta por segundos. Lá conseguimos subir ao quarto, fiquei abismada pelo tamanho da cama e pedi-te para te deitares nela, obedeceste e atiraste te para cima dela, começamo-nos a rir, e eu segui o teu exemplo, cai ao teu lado, mas não me apetecia rir mais ou falar, apetecia me beijar-te, e agarrei me a ti e comecei a beijar te rebolamos na cama vezes sem conta, as mãos andavam perdidas nos nossos corpos, ora afagavam as costas ora a nuca… precisava de te sentir na minha pele, precisava sentir o teu calor, e desta vez não queria que me parasses, comecei por te desapertar a camisa, e tirei a minha camisola, lembrei me que tinha um lenço de cabelo no meu saco, pedi para esperares. E corri para ir buscar o lenço, quando te mostrei, arregalaste os olhos de surpresa, agora fui eu que disse “surpresa”. Coloquei o lenço em forma de venda em cima dos teus olhos, e disse te ao ouvido,”deita e desfruta dos 3 sentidos que terás presente: o cheiro, o tacto e o som. Apenas sente, e deixa te de levar.” Deitaste te e suspiraste, comecei por te tirar os sapatos e as meias, pediste me para não te fazer cócegas, desapertei o teu cinto e comecei a tirar as calças, estavas só de boxers e deixei te ficar assim enquanto ligava o rádio e tirava a minha roupa que restava, subi na cama e completamente nua sentei me em cima de ti, sentindo o teu membro bem rígido de encontro a minha vagina e suspiramos ao mesmo tempo. Comecei por te beijar a cara e te tocar com as mãos os braços, sentias os meus mamilos tesos contra o teu peito, trinquei as tuas orelhas e dizia te ao ouvido o quanto me deixavas doida, descontrolada, e sem um pingo de vergonha. Continuando com os beijos no queixo, na boca, a língua no pescoço, comecei a sentir me perdida pelo teu cheiro e a tua textura debaixo das minhas mãos, queria perder me no teu corpo, deixei as mãos andar pelo teu corpo, a tua respiração ofegante enquanto o meu corpo cobria o teu, beijei te os mamilos e trinquei os, gemeste, continuei a lamber, esperando não te ter magoado. Continuei a tocar-te a arranhar, suavemente. No teu peito na tua barriga, precisava mais de ti, ouvia-te gemer e sim precisava de saborear mais de ti, cheguei perto do teu umbigo e sentia o teu membro bem perto das minhas mamas. Comecei a tirar os teus boxers, tentaste me impedir, agarrei as tuas mãos e disse “SHHHHH…. Deixa me tocar te, não farei nada de mal….” Continuei a tirar os teus boxers, agarrei o teu membro e comecei por lambe-lo devagar, estremeceste debaixo de mim, sabia que estavas a gostar, caso contrario não gemias nem arfavas. Queria sentir o teu sabor, queria sentir o teu desejo com a minha boca, precisava de ter a certeza que estarias a gostar.. brinquei com a língua, suguei com a boca, tocava te suavemente com a língua, e continuei até que senti que te virias se não parasses, ouvia a tua respiração completamente descontrolada, e achei que devia parar…

Tirei te a venda, beijei te e agarraste me contra ti, rebolamos na cama com desespero, e quando me consegui levantar, chamei-te com um dedo, “ Hora do banho….. anda…..”

domingo, 23 de maio de 2010

O doce desejo da tentaçao!


Divago entre pensamentos quando foi a última vez que sentir este desejo mesmo sem conhecer: o toque, o sabor, o calor do corpo de alguém. O brilho dos teus olhos dão-me arrepios na pele, tremo ao sentir a presença do teu olhar sobre mim, a sensação de pele de galinha decorre da minha nuca até bem no fundo das minhas costas. Olho mais uma vez para ti e a tua mão toca a pele que eu gostava de tocar com a minha própria mão, sentir a textura, sentir o calor. Perante este pensamento, sinto os mamilos a ficarem rijos sob o tecido do sutiã, respiro fundo e tento alcançar a tua mão, quero sentir a força dela, tenho que sentir o calor dela passar para a minha própria mão, toco-lhe levemente e Olho nos teus olhos e vejo desejo, humedeço os lábios com a língua sem segundas intenções, mas a minha mão já se apoderando da tua, desenhando pequenos círculos nela. Elevas os teus lábios com um sorriso maroto, e derreto me com a ideia de beijar esses lábios carnudos, lamber, trincar…. “BEIJA-ME Por favor” essas palavras ecoam na minha cabeça e sinto-te bem mais perto de mim, uma mão a acariciar a minha anca e a puxar me de encontro ao teu peito, suavemente puxas a minha nuca de encontro a ti, onde olhos os teus lábios mais perto dos meus, ouço as nossas respirações ofegarem e o doce beijo acontece… doce, suave, gentil, que sem dar conta se torna faminto, um beijo necessitado. A tua mão desce lentamente as minhas costas pousando directamente no fundo e encostas me directamente ao teu corpo, sinto te excitado contra mim. Perco a paciência e dou lugar a urgência de sentir alívio sobre o fogo que despertou sobre mim, e que -me queima de necessidade por quer sentir a tua pele de encontro a minha. O beijo começa a diminuir e começo a tirar te a camisola, ainda com as mãos tremulas, As tuas mãos entram em contacto com a minhas costas entre a minha camisola e a pele, arrepiando me de prazer. Já sem camisolas a atrapalhar, sinto a tua boca a beijar me o queixo, a subir o maxilar, de encontro ao meu ouvido onde sussurras enrouquecido:”DESEJO-TE”. Continuas o teu pequeno trilho de beijos sobre o meu pescoço, arrepiando me cada vez mais, fico imóvel perante enorme desejo de querer cada beijo teu no meu corpo, desces a alça do sutiã e continuando sem parar de beijar o meu corpo, que estremece a cada beijo e cada lambida da tua língua, retiras o sutiã, e sinto a necessidade de te tocar, mas sinto as tuas mãos prenderem as minhas e deixo me deleitar pela tua língua, que começará a traçar uma linha de saliva bem perto do meu mamilo teso de prazer, começo a gemer, trincas o meu mamilo e gemo ainda mais... “Mais” peço eu embebida do meu desejo. Seguro na tua cabeça e deixo me levar pela tua língua, e pelas tuas mãos nas minhas costas e no meu rabo, quero sentir o calor do teu corpo no meu, o meu clítoris estremece por cada lambida da tua língua marota, no meu peito tentando descer até a barriga. Começo a tremer, e não aguento as minha pernas, deitas me no chão e tiras me a saia, prendes me os pés sobre o teu peito, e olhas para mim, o sorriso maroto desenhado na tua cara, deixa me sem folgo. Começas por brincar com os meus tornozelos, desenhando algo sem significando, subindo lentamente pela minha perna até ao joelho, começas a abrir as minhas pernas. Reparas na minha tanga encharcada, e não resistes, tens que lhe tocar…. Um dedo maroto segue em direcção a minha cueca molhada, mal sinto o teu dedo perto de mim, gemo com a necessidade de mais…. Coloco a minha mão sobre a tua, onde a cueca tapa todo o acesso do teu toque directo… guio te para dentro dela, onde te deparas com o meu desejo por ti. Sem deixar de olhar-nos-olhos o tempo todo, com as respirações aceleradas ao rubro, voltas a beijar me com mais desejo, onde continuas a brincar com o meu clítoris e eu tento alcançar consolo no calor do teu corpo, e sinto o teu dedo a preencher me, hummmmmmmm , continuas a beijar o meu pescoço ate o meu peito, sinto a tua língua no meu mamilo, os teus dentes trincam suavemente o botão teso. Contorço me debaixo de ti com a sensação do meu orgasmo a chegar, continuas a circundar o meu clítoris, começo a pedir te mais…. Maisssss maisssssssssss , desta vez tricas o outro mamilo com alguma mais força, e eu caio em espasmos, gritando….o orgasmo chegou sem avisar e retirou me o folgo, a respiração… Acaricias me o cabelo e beijas me a testa, o nariz, e a boca…. Ainda me custa respirar, mas queria chegar até o botão das tuas calças, deteste me de o fazer, e disseste me ao ouvido: “shhhh, hoje não…. Não temos tempo….”.

sexta-feira, 21 de maio de 2010

O paraíso tentador

Este blog foi criado para mostrar o que podemos fazer quando não há TABUS, PUDORES, ou JULGAMENTOS. Onde apenas existe DESEJO, PRAZER e muita Fantasia…

Verdade ou não? Só eu sei….