quinta-feira, 27 de maio de 2010

Uma loucura a dois


Chegas-te a hora combinada naquela tarde, cheiravas bem, apetecia me beijar te ali mesmo, sem ter medo de nada, fiquei completamente excitada só de olhar para os teus lábios enquanto sorrias. Apetecia me fechar os olhos enquanto o carro andava, queria absorver todos os minutos contigo. Fazes me sentir bem, sentir desejada, única, e excitada.


Perguntei te “Onde me levavas?”. Apenas disseste: “SURPRESA, podes confiar em mim!” e como verdade que era disse “Eu confio em ti”. Conversamos normalmente, rimos, até que reparei onde íamos. Aquele tal motel pelo qual me apaixonei pela sensualidade. Fiquei atónica e sem palavras, olhei para ti. Procurava alguma resposta… mas apenas me apertaste a coxa e disseste “ Sei que vais gostar.” Eu acenei com a cabeça, eu sabia que iria gostar e muito. Comecei a respirar com alguma rapidez, enquanto molhava a cueca, esta a ficar excitada por antecipação, se já tinha vontade de te beijar, agora saia das marcas a vontade que te tinha de agarrar, segurei me para não te beijar antes de entrar na garagem, respirei o mais fundo que pude e olhei para ti. O teu sorriso maroto brilhava, e a minha vontade de te beijar aumentou drasticamente, peguei na tua cara com as duas mãos e beijei te sem demoras, sem qualquer meiguice, mas sim com necessidade, fui correspondida com o maior furor. Olhando para ti, apetecia-me desapertar a tua camisa e beijar cada bocadinho de pele tua. “Não vamos subir?”Perguntei, curiosa para te ver estendido na cama. Saíste do carro e quando reparei já estava ao lado da minha porta a abri-la, apoiei me na tua mão estendida para sair, mas tinha as pernas tipo varas verdes por causa do beijo, ajudas te a não cair, mas o calor do teu corpo contra o meu deixou me tonta por segundos. Lá conseguimos subir ao quarto, fiquei abismada pelo tamanho da cama e pedi-te para te deitares nela, obedeceste e atiraste te para cima dela, começamo-nos a rir, e eu segui o teu exemplo, cai ao teu lado, mas não me apetecia rir mais ou falar, apetecia me beijar-te, e agarrei me a ti e comecei a beijar te rebolamos na cama vezes sem conta, as mãos andavam perdidas nos nossos corpos, ora afagavam as costas ora a nuca… precisava de te sentir na minha pele, precisava sentir o teu calor, e desta vez não queria que me parasses, comecei por te desapertar a camisa, e tirei a minha camisola, lembrei me que tinha um lenço de cabelo no meu saco, pedi para esperares. E corri para ir buscar o lenço, quando te mostrei, arregalaste os olhos de surpresa, agora fui eu que disse “surpresa”. Coloquei o lenço em forma de venda em cima dos teus olhos, e disse te ao ouvido,”deita e desfruta dos 3 sentidos que terás presente: o cheiro, o tacto e o som. Apenas sente, e deixa te de levar.” Deitaste te e suspiraste, comecei por te tirar os sapatos e as meias, pediste me para não te fazer cócegas, desapertei o teu cinto e comecei a tirar as calças, estavas só de boxers e deixei te ficar assim enquanto ligava o rádio e tirava a minha roupa que restava, subi na cama e completamente nua sentei me em cima de ti, sentindo o teu membro bem rígido de encontro a minha vagina e suspiramos ao mesmo tempo. Comecei por te beijar a cara e te tocar com as mãos os braços, sentias os meus mamilos tesos contra o teu peito, trinquei as tuas orelhas e dizia te ao ouvido o quanto me deixavas doida, descontrolada, e sem um pingo de vergonha. Continuando com os beijos no queixo, na boca, a língua no pescoço, comecei a sentir me perdida pelo teu cheiro e a tua textura debaixo das minhas mãos, queria perder me no teu corpo, deixei as mãos andar pelo teu corpo, a tua respiração ofegante enquanto o meu corpo cobria o teu, beijei te os mamilos e trinquei os, gemeste, continuei a lamber, esperando não te ter magoado. Continuei a tocar-te a arranhar, suavemente. No teu peito na tua barriga, precisava mais de ti, ouvia-te gemer e sim precisava de saborear mais de ti, cheguei perto do teu umbigo e sentia o teu membro bem perto das minhas mamas. Comecei a tirar os teus boxers, tentaste me impedir, agarrei as tuas mãos e disse “SHHHHH…. Deixa me tocar te, não farei nada de mal….” Continuei a tirar os teus boxers, agarrei o teu membro e comecei por lambe-lo devagar, estremeceste debaixo de mim, sabia que estavas a gostar, caso contrario não gemias nem arfavas. Queria sentir o teu sabor, queria sentir o teu desejo com a minha boca, precisava de ter a certeza que estarias a gostar.. brinquei com a língua, suguei com a boca, tocava te suavemente com a língua, e continuei até que senti que te virias se não parasses, ouvia a tua respiração completamente descontrolada, e achei que devia parar…

Tirei te a venda, beijei te e agarraste me contra ti, rebolamos na cama com desespero, e quando me consegui levantar, chamei-te com um dedo, “ Hora do banho….. anda…..”

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