terça-feira, 15 de junho de 2010

O toque


Fumava-mos um pensativo cigarro, olhando nos olhos um do outro, ainda me sentia a latejar, completamente excitada, mas ainda conseguia me controlar, senti os teus dedos a brincar com o meu cabelo, sabias como me tirar do serio, e o cabelo era o melhor condutor para me deixar doida, apaguei o cigarro, enquanto procurava o calor do teu corpo, precisava do teu toque, precisava de ti… do calor do teu desejo o toque das tuas mãos que incendiavam o meu corpo, que me molhava de tal maneira que há muito não tinha conhecimento… beijas te me sem gentileza, mas com fome, uma que também corria nas minhas veias. As nossas bocas descobriam se novamente… as nossas línguas acariciavam se sem cessar, as tuas mãos brincavam com os meus mamilos, precisava do teu toque, gemia enquanto sentia a tua boca, e as tuas mãos nas minhas mamas, precisava sentir te mais, precisava te ter… era agoniante a excitação que crescia a cada segundo dentro de mim, e tu atiçavas me com as tuas mãos, com o teu corpo roçando em mim, com a tua boca e língua, os teus dentes na minha carne, aiiiiiiiiiiiiiiii, morria de tesão debaixo do teu corpo, precisava desesperadamente te ter dentro de mim, ou outra forma de me fazeres vir, estava no meu limite, não aguentaria muito mais. Os teus dedos deslizavam nas minhas costas ate ao meu rabo, adorava sentir as tuas mãos no meu rabo deixavam me extasiada, senti o teu dedo deslizar dentro do meu rabo, gemia e contorcia me ao teu toque, os teus dentes no meu mamilo dorido, a minha mão na tua pele, pedia te “por favor, deixa me vir… quero te dentro de mim…” suavemente penetraste me e começas te a foder me, sentia o teu dedo e o teu caralho em mim, completamente preenchida gemia. Estava em declínio para o orgasmo, já não podia parar, o teu corpo contra o meu, estocada a estocada, até que não aguentei mais e deixei me levar pelo orgasmo, vi as estrelas e senti te estremecer sobre mim… as respirações ofegantes e o meu corpo todo ele ainda tremia, em espasmos, beijei te a testa e sorri antes de deixar me adormecer….

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Sabor do desejo....

Era um daqueles dias que me apetecia fugir da rotina, do stress do dia-a-dia, e entregar me aos teus braços novamente, não sai-as do meu pensamento, das tuas mãos a percorrer o meu corpo, os teus lábios macios a beijar os meus, a tua língua a penetrar a minha boca sem qualquer pudor. Estava ansiosa por te tocar, esperava por ti, a tremer de desejo e ansiedade. Mais uma vez, pontual como sempre chegaste para nos levar ao nosso mundo, aquele que só nos e os nossos corpos entravam… Chegamos ao motel, num tempo recorde, as tuas mãos já perdidas nas minhas pernas, deixavam me completamente sem folgo. O calor que sentia era enorme, sentia as nossas respirações ofegantes. Subimos ao quarto, e mal a porta se fechou, comecei a te despir, e a beijar enquanto desabotoava a tua camisa, precisava de sentir a tua pele, o mais rápido possível, já não aguentava a ausência do teu toque. O meu corpo já latejava, tinha que te ter novamente… não demorou a ter te sem camisa e já com as respirações completamente ofegantes, sentia as tuas mãos por baixo da minha saia, a tocar nas minha nádegas, derretendo me mais uma vez nas tuas mãos, teria que ter força para não me deixar levar pelo desejo do teu toque. Caso continua-se assim não teria qualquer mão sobre o meu desejo, e precisava sentir o teu sabor… continuas-te a pressionar contra ti… sentia o teu desejo na minha barriga. As tuas mãos não paravam de acariciar o rabo, as costas, a nuca… hummmmmmm, começaste a desabotoar a minha camisa, com perícia, e com audácia, sentia os nos dos teus dedos no meu peito, os mamilos continuavam a protestar por atenção, ainda continuávamos encostados a porta, não aguentado a pressão do meu corpo, comecei a desapertar as tuas calças, já nada me podia deter, nem mesmo a tua língua marota, precisava sentir te na minha boca, queria o teu sabor… comecei a traçar beijos no teu queixo, no teu pescoço, fui descendo, beijando, parei num dos teus mamilos e comecei a beija-lo suavemente, e quando o trinquei gemeste e fizeste me ver que podia estar a magoar, continuei a beijar suavemente ate atenuar a dor, e continuei com os beijos doces pela tua barriga, ajoelhando me a tua frente, olhei te nos olhos, eles obscurecidos pelo desejo, não pensei em mais nada alem de te ter na minha boca, precisava te deixar doido, pelo menos mais… desci as tuas calças, e a tua cueca… mal olhei para a tua tesão humedeci os lábios, comecei por te tocar com a língua, não te queria tocar com as mãos, tinha as mãos geladas, comecei por te lamber as bolinhas, suguei brinquei com a minha língua, a minha boca lambia com furor, sentia o teu caralho teso na minha boca, sentia o perto da minha garganta e sugava cada vez mais, precisava de te saborear, pressionei as minhas mãos nas tuas coxas, senti as tuas mãos no meu cabelo a sujeitar me contra ti, o teu leite escorria na minha garganta sem problemas sugava tudo sem desperdiçar nada, extasiada pelo teu sabor deixei me cair no chão ofegante, escorregaste pela parede, e abraçaste me, os dois ofegantes e ainda com mais desejo… disseste no ouvido… “ vamos para a cama… ainda não acabamos… mal começamos”

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Calor noturno...


Uma noite enquanto dormia, tranquilamente, entraste no meu sonho sem pedir licença, sem autorização alguma, invadiste a minha mente durante o meu sono tranquilo. Dormia tranquilamente, enquanto te sentia aproximar de mim pelas costas, sentia o teu calor no meu pescoço enquanto sentia a tua respiração tocar me de leve, senti as tuas mãos no meu peito nu, estávamos nus, e sentia o teu calor no meu corpo quente, sentia me desfalecer no teu abraço forte e escaldante. Derretia me como manteiga ao teu toque, a tua boca beijava me a pele com perícia, como se soubesses onde tocar, onde estava cada nervo que me fazia estremecer, fazias me gemer de prazer enquanto me sugavas os mamilos e acariciavas o meu corpo nu, as tuas mãos ora me apalpavam o rabo, ora estavam entre as minhas pernas, gemia e vibrava debaixo do teu toque, gemia e gemia cada vez mais, procurava o teu corpo, mas não encontrava, so sentia o teu toque quente na minha pele, queimava onde quer que tocasse, gemia de frustração e desejo, mantinhas o ritmo de beijos perdidos, e as tuas mãos perdiam se no meu corpo. Desejava cada vez mais tocar te e não te encontrava, apenas sentia te a tocar me como se apenas tivesses ali para mim, somente o teu toque deixa me a tremer. As tuas mãos tocavam me onde eu queria que toca se, ora tocavam e apertavam o meu peito, ora sentia os teus dedos na minha carne entre as pernas, estava completamente perdida no teu toque, cada vez mais extasiada e perdida nos teus beijos, na tua língua, queria mais e mais… desesperadamente contorcia me nos lençóis, sem noção do que acontecia apenas sentindo as tuas mãos, os teus beijos na minha pele, senti a tua língua brincar com o meu clítoris e as tuas mãos a prender os movimentos das minhas pernas, completamente perdida com o teu toque, deixei me levar… queria mais, mas as tuas mãos prendia me os movimentos e como se soubesses o que queria, começas te a acariciar o meu rabo e mal senti o teu dedo a forçar a entrada gemi, pressionei o meu corpo contra o teu dedo, já cega de desejo não senti a dor, apenas o prazer que me dava…. Tonta de desejo e com a garganta seca, senti o teu corpo contra o meu, senti os teus lábios com o meu sabor, e beijei te lambi, adorei o meu sabor nos teus lábios, o agridoce…. Completamente atordoada pedi te que me preenchesses, senti o teu dedo abandonar me fiz beicinho pela perda…. Continuas te me a beijar, e a preparar me para te ter dentro de mim, molhavas os dedos dentro de mim e conduzias até a entrada do meu rabo, primeiro um dedo, depois o outro, continuavas a beijar me e a torturar me com os dedos, abris te me as pernas, colocando uma almofada debaixo de mim, penetras me bem fundo. Foste gentil e meigo, não esperava outra coisa, gemíamos, penetravas me devagar e brincavas com o meu clítoris, beijavas e trincavas os mamilos, senti o me orgasmo a quer vir, contorcia me e gemia. Segurei os lençóis e gemi enquanto o orgasmo descia do meu corpo, sentindo o teu também a chegar… acabamos com a respiração ofegante tu em cima do meu peito a dares beijinhos no meu pescoço … ias começar a falar algo “ sabes……”


E acordei sobressaltada, sozinha na minha cama suada e quente…..

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Humidade ardente....

Ainda com os olhos fechados sentia a água a cair me, suavemente, na cara. Era agradável a sensação da agua, e ainda mais agradável era sentir as tuas mãos em volta de mim, e a tua respiração no meu pescoço, sentia o teu corpo colado nas minhas costas, como se fosse mos um. O tempo deve ter parado, não sei se tivemos assim segundos ou horas. Mas senti os teus beijos novamente na minha pele, queimava sentir os teus lábios, cada beijo, cada carícia tua era fogo na minha carne. As tuas mãos deslizavam me suavemente entre o meu ventre e o meu peito, fazendo cócegas suaves, beliscavas os meus mamilos tesos, o clítoris voltava a gritar em protesto, eu conseguia sentir a minha humidade escorrer pelas pernas, e não era a água. Desviaste o meu cabelo do pescoço e começas-te a traçar com a língua e os lábios, suaves beijos pela minha espinha, imediatamente estremeci pela sensação, senti o teu joelho no meio das minhas pernas para separa-las, obedeci e separei as penas, ao principio não entendi o porque. Tu guiaste me para dobrar e continuando a sentir os teus beijos nas minhas costas descendo bem lentamente, era torturante, agoniante, excitante demais…..aquela posição colocava me exposta a ti, completamente exposta, senti as tuas mãos a explorar me novamente, desta vez não queria só as tuas mãos, queria te sentir dentro de mim… As tuas mãos começaram a brincar com o meu rabo, foi a gota de agua, eu tinha que te sentir… Endireitei as costas rapidamente e olhei para ti sobre o meu ombro, tu estavas com uma cara assustada, disse-te sem hesitar um único segundo: quero te dentro de mim na próxima vez que me vir…. Encostei me a parede fria do chuveiro e empinei o rabo na tua direcção, abrindo ligeiramente as pernas, senti o teu caralho entrar em mim, as tuas mãos seguravam nas mamas, e apertavam mas enquanto me fodias, gemidos saiam das nossas bocas, alem do som as nossas coxas que batiam sem parar num ritmo frenético... senti me desfalecer com o orgasmo que tive, berrei até me doer a garganta, sentindo te também a vir comigo, até desabarmos no chão do chuveiro completamente exaustos. Abraçavas me no chão do chuveiro enquanto as nossas respirações e tremores não paravam. E algo iluminou se na minha cabeça.


Acabei por me rir e disse: “ Pelo menos desta vez não estava sozinha, e tu não estavas nas minhas mãos, mas sim aqui comigo”.

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Desejo selvagem...



Lá a custo conseguimos chegar a casa de banho. A banheira era ampla, começas-te por entrar e verificar a temperatura da agua, estendes-te me a mão para te seguir para dentro da banheira, não hesitei, agarrando me a ti para não cair, voltei a derreter-me nos teus braços não havia volta a dar, parecia manteiga nos teus braços, deixas-me excitada, doida, molhada, e muito depravada, precisava de voltar a sentir o sabor dos teus beijos, não me canso dos teus lábios, da tua língua, do teu sabor. Acho que o tempo parou quando senti os teus lábios nos meus, o teu corpo nu e quente colado no meu, a agua corria livremente nos nossos corpos unidos, senti me pressionada contra a parede gelada, e gemi pela surpresa. Fechei os olhos, não aguentava a pressão que tinha no meu ventre, a necessidade de me tocar era enorme, precisava aliviar a pressão a todo custo ou dava em doida, sentia o meu clítoris latejar de necessidade, tinha que me tocar, ou dava em doida…

Continuaste a beijar me, começaste a beijar o meu pescoço, e eu já estava completamente descontrolada, já não aguentaria a tortura muito mais, “ por favor, não me tortures mais……”pedi-te eu quase sem folgo, mas tu não paraste, já me segurava em ti para não cair, já não me segurava sozinha, continuaste com os beijos, e as trincas, as tuas mãos pressionavam o meu rabo de modo a que ficasse colada ao teu corpo. Gemia cá vez que sentia o teu membro pressionado contra o meu ventre, os teus dentes trincavam os meus mamilos rijos, segurava a tua cabeça contra o meu peito, precisava de sentir mais, quero mais de ti, preciso mais…

Não aguentando mais, desloquei a minha mão até bem perto do meu clítoris, “toca-te para mim!” pediste me tu, nem hesitei, precisava urgentemente me tocar, comecei a circular o clítoris, estava inchado e necessitado, os teus dentes continuava a beliscar me a carne, tinha a cabeça as voltas, respirava rapidamente, o som que provinha da tua boca que sugava os meus peitos atordoava os meus sentidos, comecei a perder o equilíbrio das pernas e escorregava pela parede, seguraste-me e apertaste me ao teu corpo, soltei um gemido necessidade, precisava me vir. Sem pedires sequer a tua mão chegou bem perto da entrada da minha vagina e penetras te me com um dedo, essa invasão foi o suficiente para me vir e berrar, contorcer sobre a tua mão, contra o teu corpo que me segurava sem me deixar cair. Encostei a cabeça no teu ombro enquanto a respiração e a surpresa pelo orgasmo arrebatador voltava ao normal.

Beijavas me o pescoço e dizias coisas suaves enquanto não voltava ao normal, as pernas tremiam pelos espasmos e os mini-orgasmos continuavam a ir e vir, acabei por dizer a muito custo “Preciso te sentir dentro de mim….” .