sexta-feira, 4 de junho de 2010

Humidade ardente....

Ainda com os olhos fechados sentia a água a cair me, suavemente, na cara. Era agradável a sensação da agua, e ainda mais agradável era sentir as tuas mãos em volta de mim, e a tua respiração no meu pescoço, sentia o teu corpo colado nas minhas costas, como se fosse mos um. O tempo deve ter parado, não sei se tivemos assim segundos ou horas. Mas senti os teus beijos novamente na minha pele, queimava sentir os teus lábios, cada beijo, cada carícia tua era fogo na minha carne. As tuas mãos deslizavam me suavemente entre o meu ventre e o meu peito, fazendo cócegas suaves, beliscavas os meus mamilos tesos, o clítoris voltava a gritar em protesto, eu conseguia sentir a minha humidade escorrer pelas pernas, e não era a água. Desviaste o meu cabelo do pescoço e começas-te a traçar com a língua e os lábios, suaves beijos pela minha espinha, imediatamente estremeci pela sensação, senti o teu joelho no meio das minhas pernas para separa-las, obedeci e separei as penas, ao principio não entendi o porque. Tu guiaste me para dobrar e continuando a sentir os teus beijos nas minhas costas descendo bem lentamente, era torturante, agoniante, excitante demais…..aquela posição colocava me exposta a ti, completamente exposta, senti as tuas mãos a explorar me novamente, desta vez não queria só as tuas mãos, queria te sentir dentro de mim… As tuas mãos começaram a brincar com o meu rabo, foi a gota de agua, eu tinha que te sentir… Endireitei as costas rapidamente e olhei para ti sobre o meu ombro, tu estavas com uma cara assustada, disse-te sem hesitar um único segundo: quero te dentro de mim na próxima vez que me vir…. Encostei me a parede fria do chuveiro e empinei o rabo na tua direcção, abrindo ligeiramente as pernas, senti o teu caralho entrar em mim, as tuas mãos seguravam nas mamas, e apertavam mas enquanto me fodias, gemidos saiam das nossas bocas, alem do som as nossas coxas que batiam sem parar num ritmo frenético... senti me desfalecer com o orgasmo que tive, berrei até me doer a garganta, sentindo te também a vir comigo, até desabarmos no chão do chuveiro completamente exaustos. Abraçavas me no chão do chuveiro enquanto as nossas respirações e tremores não paravam. E algo iluminou se na minha cabeça.


Acabei por me rir e disse: “ Pelo menos desta vez não estava sozinha, e tu não estavas nas minhas mãos, mas sim aqui comigo”.

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