quarta-feira, 2 de junho de 2010

Desejo selvagem...



Lá a custo conseguimos chegar a casa de banho. A banheira era ampla, começas-te por entrar e verificar a temperatura da agua, estendes-te me a mão para te seguir para dentro da banheira, não hesitei, agarrando me a ti para não cair, voltei a derreter-me nos teus braços não havia volta a dar, parecia manteiga nos teus braços, deixas-me excitada, doida, molhada, e muito depravada, precisava de voltar a sentir o sabor dos teus beijos, não me canso dos teus lábios, da tua língua, do teu sabor. Acho que o tempo parou quando senti os teus lábios nos meus, o teu corpo nu e quente colado no meu, a agua corria livremente nos nossos corpos unidos, senti me pressionada contra a parede gelada, e gemi pela surpresa. Fechei os olhos, não aguentava a pressão que tinha no meu ventre, a necessidade de me tocar era enorme, precisava aliviar a pressão a todo custo ou dava em doida, sentia o meu clítoris latejar de necessidade, tinha que me tocar, ou dava em doida…

Continuaste a beijar me, começaste a beijar o meu pescoço, e eu já estava completamente descontrolada, já não aguentaria a tortura muito mais, “ por favor, não me tortures mais……”pedi-te eu quase sem folgo, mas tu não paraste, já me segurava em ti para não cair, já não me segurava sozinha, continuaste com os beijos, e as trincas, as tuas mãos pressionavam o meu rabo de modo a que ficasse colada ao teu corpo. Gemia cá vez que sentia o teu membro pressionado contra o meu ventre, os teus dentes trincavam os meus mamilos rijos, segurava a tua cabeça contra o meu peito, precisava de sentir mais, quero mais de ti, preciso mais…

Não aguentando mais, desloquei a minha mão até bem perto do meu clítoris, “toca-te para mim!” pediste me tu, nem hesitei, precisava urgentemente me tocar, comecei a circular o clítoris, estava inchado e necessitado, os teus dentes continuava a beliscar me a carne, tinha a cabeça as voltas, respirava rapidamente, o som que provinha da tua boca que sugava os meus peitos atordoava os meus sentidos, comecei a perder o equilíbrio das pernas e escorregava pela parede, seguraste-me e apertaste me ao teu corpo, soltei um gemido necessidade, precisava me vir. Sem pedires sequer a tua mão chegou bem perto da entrada da minha vagina e penetras te me com um dedo, essa invasão foi o suficiente para me vir e berrar, contorcer sobre a tua mão, contra o teu corpo que me segurava sem me deixar cair. Encostei a cabeça no teu ombro enquanto a respiração e a surpresa pelo orgasmo arrebatador voltava ao normal.

Beijavas me o pescoço e dizias coisas suaves enquanto não voltava ao normal, as pernas tremiam pelos espasmos e os mini-orgasmos continuavam a ir e vir, acabei por dizer a muito custo “Preciso te sentir dentro de mim….” .

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