domingo, 15 de agosto de 2010

uma noite de Verão...

O ar fresco da rua entrava pela janela, abraçava-me enquanto conversávamos e riamos. Sentia-me bem assim, mas a ideia de ficar novamente sozinha, deixou me a cabeça á toa, acabei por ir fumar a janela, afastar o pensamento de “abandono” porque ainda queria mais e mais de ti… A brisa fresca da noite deixava os meus mamilos arrepiados, a pele ,que outrora estava suada, começava agora a secar. Ainda conseguia sentir o clítoris a protestar por atenção, e eu só conseguia pensar no quanto te queria dentro de mim novamente. Equilibrada no peitoril da janela, via as pessoas passarem, sem terem noção da minha presença, completamente perdidas no seu mundo, e eu completamente perdida em sensações de desejo, ansiedade, respirando sobre o meu pensativo cigarro, tendo a ti no quarto falando e eu respondendo, como se fosse natural. Mal senti as tuas mãos nas minhas ancas sabia que teria algo mais que um simples mimo, friccionando as pernas uma na outra, e a tua perna a separar me as coxas, senti o ar fresco a beijar me o clítoris, tremi ante a ideia de te ter novamente dentro de mim. As pessoas a passar na rua, o cigarro entre os dedos, o teu caralho na entrada da minha cona, falhou o ar nos meus pulmões quando te senti crescer dentro de mim. A excitação de te ter dentro de mim, as pessoas a passarem na rua, eu gemer e esperar que ninguém olhasse, e nos visse, tu enterrado em mim, eu completamente excitada e alterada, evitando gemer, e não ser ouvida, o movimento de dentro fora do teu caralho, as tuas mãos nas minhas ancas a puxar me para ti, aiiiii que tesão, continuas te me a foder, uma e outra vez, eu excitada, quente , as minhas mãos a segurar me no peitoril da janela, os mamilos tesos, hummmmm, estavas perto de te vir, não não te deixaria parar, estava morta de prazer só de te sentir, senti o ritmo aumentar, os teus gemidos afogados e os meus entre os teus, “ Sim vem-te dentro de mim por favor… quero te sentir vir…”. Aumentando o ritmo, a tua respiração parou por segundos, enquanto me apertavas contra ti, e te vinhas dentro de mim, o beijo no centro das minhas costas correu a minha coluna como um choque eléctrico, as pessoas, continuavam a passar, a noite continuava, as estrelas la estavam no céu, e a tua respiração ofegante, aquecia me o pescoço…

Sem comentários:

Enviar um comentário