quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Saudade....

Buscava no teu olhar a certeza que te poderia beijar, procurava forças dentro de mim para não ser impulsiva, e te despir sem demoras, e lamber o teu caralho, tremia de desejo, de tesão, o meu corpo pedia atenção, o torvelinho de emoções e sensações invadiam me o corpo em um desejo desesperante! Beijas te me, sufoquei, ardia pelo teu toque, pelo teu corpo sobre o meu! As tuas mãos apertavam os mamilos até a doce dor, queria mais, as costas arqueavam se ao teu calor, não, a tortura era agoniante, excitante! O teu beijo levava me a loucura, as tuas mãos queimavam no peito, o teu caralho duro teso encostado ao meu corpo fazia me tremer as pernas e perder o equilíbrio, a parede e tu não me deixavam cair, mas o calor aumentava, o meu clítoris pulsava em resposta ao teu beijo e toque!Por favor, por favor mais mais”, foram as únicas palavras k consegui pronunciar! A tua língua começou a lamber o meu pescoço, derretia a cada lambida, trincavas suavemente e eu gemia, contorcia me sobe as tuas mãos… elas brincavam, ate que começaram a descer e a descer, tiras te a saia em tempo recorde, mas a tortura voltava, ora brincavas com as minhas coxas ou com as minhas nádegas, mas sempre que chegavas perto do clítoris voltavas a trás, não suportava a agonia. A tortura, a fome de ti. Ganhando forças procurei o teu caralho mesmo sobre as calças, duro e teso. Agarrei como pude, e senti te fraquejar de desejo também, os nossos gemidos de tortura, prazer e desejo, as respirações aceleradas. Estava perdida no prazer que me davas mas sem o alívio que necessitava… voltei a pedir, quase a chorar, e já sem conseguir falar… “Por favor…. Faz me vir…” Senti os teus dedos a abrir os meus lábios, a minha cona encharcada, ainda se ensopou mais só de sentir os teus dedos na minha carne, o clítoris já dormente, e necessitado de toque pulsava ao suave roçar dos teus dedos. A respiração falhou me enquanto te sentia penetrar com os dedos, a tua respiração no meu ouvido, e estremeci quando te ouvi dizer… “ Goza nos meus dedos, vem te neles, quero te ouvir gemer…..”
Não sei se foi as tuas palavras, se os teus dedos, se o tesao ou o desejo, o orgasmo estalou dentro de mim como mil luzes, não gemi, berrei… segurei me nas tuas costas para não perder o equilíbrio das pernas…. Quando acalmou, beijavas me com fulgor e sorrias, tal como eu… Ficamos assim ate a minha respiração acalmar….

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