terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Inocência de Menina Malandra

Olhavas me com ar de menina inocente, mas os teus olhos eram provocantes, a tua pele clara lembrava me seda, o teu decote saltava me a vista, os teus mamilos estavam tesos e bem visíveis através da camisola, mordias os lábios nervosamente, a tua respiração acelerava mais, o nervosismo nas tuas palavras fazia me pensar em recuar e não te tocar, mas era tarde demais já tinha a minha testa junta a tua, o desejo visível nos teus olhos, o teu cheiro a canela e maça fazia o meu sangue ferver, as minhas mãos na tua anca puxaram te para mim, o toque dos teus mamilos nos meus, fizeram perder a restante fio de controlo, sentir o calor dos teus lábios nos meus, as tuas mãos no meu pescoço a pressionar o que era um doce beijo em algo devorador, o teu sabor a chocolate impulsionava a ter que explorar cada bocadinho da tua boca de menina matreira! Os gemidos saiam das nossas bocas enquanto nos explorávamos boca com boca, a roupa ia caindo no chão, a urgência de saciar, o desejo crescia cada vez mais! A tua pele quente reagia a cada carícia, a cada toque meu, deitando te na cama, olhas te me enquanto admirava o teu corpo estendido sobre o lençol branco, os teu cabelo estendido, os lábios inchados dos meus beijos, o teu peito farto subia e descia acelerado, os mamilos tesos pediam atenção, a cueca preta tapava o monte de Vénus, mas a humidade já era visível! Deitando me sobre ti, beijando te o pescoço, sentia os teus mamilos rijos no meu peito, o teu corpo respondia aos meus beijos, contorcias te ao simples toque de língua no teu peito, chupando o teu mamilo, torturando te, ouvindo te gemendo, pedindo me mais, a tua voz rouca e desejosa... Começando a beijar o teu estômago, as tuas mãos no meu cabelo, as tuas pernas cruzadas na minha anca. Sentia a tua cona quente e molhada na minha pele, continuando a torturar o teu corpo, sentindo te subir e subir de excitação! Começando a tirar te a cueca, tremias de desejo mas eu ardia por sentir o teu sabor, queria ter o poder de te fazer berrar com a minha boca, após a cueca deslizar pelas tuas pernas, a vontade de beijar te os pés dominou me, gemeste de surpresa quando sentiste a minha língua no teu calcanhar, beijando teu tornozelo, acariciando a tua pele de pêssego, e tu já não aguentavas muito mais tortura, Por favor não...Por favor... As palavras saiam quase inaudíveis, mas termias ainda mais, as tuas mãos agarravam o lençol, tinhas os dedos quase brancos de tanta força, reviravas os olhos cada vez que te subia os beijos pela tua coxa. O teu cheiro colocava à prova o meu controlo, não aguentando mais procurei o teu clítoris com a língua, o teu sabor de mel desceu na minha garganta, os teus grunhidos de prazer e agonia faziam me dançar com mais entusiasmo o teu pequeno broto duro e vermelho. Os meus dedos começaram a torturar a tua entrada húmida e quente, a tua cona fumegava e puxava os meus dedos para dentro de ti, a humidade e a necessidade da minha cona também aumentava. Cada vez que a minha língua lambia e a minha boca sugava, os teus gemidos aumentavam, as tuas mãos a segurar a minha cabeça, a levar me na intensidade que necessitavas, os meus dedos dentro de ti a foder-te uma e outra vez sentir o teu canal a apertar os dedos, os teus sucos a gotejar, os grunhidos da minha garganta a elevar-se enquanto sugava todo o teu néctar… senti te subir, a prenderes me com as tuas coxas, os meus dedos no teu canal a pressionar e a torturar, fodendo te cada vez mais…. Os teus quadris a elevarem…. O grito de libertação agitou a minha própria excitação, a tua cona a apertou, sugou os meus dedos de tal maneira, a minha língua vibrava no teu clítoris teso….
A tua respiração ainda áspera, subi no teu peito e com a cabeça no teu peito ouvi o teu coração a bombear, louco…. Deixei te acalmar e sussurrei… “ És linda quando gozas para mim amor…”

sábado, 15 de janeiro de 2011

Loucura Noturna

De forma brusca o ar da noite tornou-se pouco para encher os meus pulmões, a forma como a tua mão me queimava bem no fundo da coluna e o calor do teu corpo fazia os meus mamilos ganharem vontade de serem chupados, trincados, saciados pela tua boca húmida e quente!
O cheiro da excitação queimava os meus sentidos de forma selvagem! Sem aguentar mais a ausência do teu toque no meu corpo, olhei em desespero para ti, a procura de salvação, procurando forma de te pedir para me ajudares a saciar a vontade de te ter sobre mim! O teu sorriso conhecedor da minha vontade fez estragos a minha resistência! Ataquei a tua boca num beijo cheio de desespero como se de uma bóia de salvação se tratasse! Engasguei ao toque e a agonia do aperto firme dos teus dedos nos meus mamilos tesos, desejo líquido escorreu entre as minhas pernas! A parede nas minhas costas, o muro do teu corpo em frente a mim, o teu caralho em chamas e duro bem pressionado entre o meu papo e a queimar a réstia de controlo que ainda tinha! As tuas mãos a provocar sensações de prazer agoniantes, o ar que tentava respirar a falhar a cada tentativa! As minhas mãos trabalhavam sobre o teu cinto, sem nunca deixar a tua boca, a dança das nossas línguas num ritmo hipnótico! O gemido saiu da minha garganta mal senti o teu caralho duro, macio e choroso na minha mão! Os gemidos de necessidade saíram de ambas as bocas. o teu olhar torturado de prazer preso no meu, enquanto te esfregava o caralho teso, a tua voz rouca exigiu ferozmente: Quero essa boca no meu caralho! Agora!!. Instantaneamente cedi ao pedido, caindo de joelhos, olhei nos teus olhos, procurando no olhar a certeza do teu pedido, gritei na surpresa do teu agarre no meu cabelo, obrigando o pescoço a dobrar até a dor, “ EU DISSE AGORA!”. Guias a minha boca ate ao teu caralho, forçando a entrada sem piedade, o sabor agridoce estalou na minha boca, traguei e suguei, lambi.. O teu quadril começou a movimentar, começando a foder a minha boca, um vai-e-vem crescente. Os meus mamilos roçavam nas tuas pernas enquanto me fodias a boca, torturados e necessitados enviavam ondas atrás de ondas pela minha barriga directamente ao meu clítoris. A humidade da minha cona já escorria pelas minhas coxas, não aguentando a necessidade de me tocar, desci uma mão ate ao meu clítoris, dando algum prazer agoniante ao pequeno broto em chamas. Os nossos gemidos ecoavam na rua escura, a sucção da minha boca no teu caralho ecoava na minha cabeça, sentia o teu caralho a foçar a garganta a cada investida, a tortura dos meus dedos a aumentar o ritmo em sintonia do teu vai-e-vem…aumentando e aumentando os gemidos e soluços descontrolados de excitação… sentia o meu orgasmo a ganhar vida segundo a segundo. Querendo mais de ti agarrei a tua nádega nua e cravei te as unhas, não tardou a sentir o teu caralho engrossar na minha boca, o primeiro jacto de leite quente lançado na minha garganta foi o precipício para o meu próprio orgasmo, os nossos corpos em espasmos de prazer e libertação pura em conjunto, enquanto me davas a beber o teu néctar….
Após as roupas compostas e alguma orientação lá conseguimos chegar ao carro, no meio de gargalhadas e beijos…

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Devaneio quente....

Sentia o sangue correr pelo meu corpo quente, a forma como a minha respiração falhava sempre que via a tua língua passar pelos lábios, a forma como me olhavas e sorrias sempre que dizia alguma piada… o restaurante estava calmo, não havia muitas mesas ocupadas e estavam distraídos demais para repararem na minha própria excitação. Já não conseguia concentrar me na conversa, quando na minha mente o que realmente fantasiava era algo bem diferente de uma conversa trivial….



“ Sentia a tua respiração no meu pescoço, o teu cheiro masculino e puro de homem com um toque de colónia de sândalo fez um arrepio desde o fundo das costas a nuca. Os mamilos ficaram tesos, e a necessidade de te tocar disparou. Sentir as tuas mãos grandes e fortes nos meus ombros fez me tremer de antecipação. “- Pele macia e cheirosa…. Hummm que sabor terá?” A tua voz rouca fez estragos no meu controle, não tive palavras para responder, muito menos quando senti a tua língua subir pelo meu pescoço, instantaneamente senti a humidade fluir entre as minhas pernas, o clítoris pulsou em resposta e gemi. Enquanto as tuas mãos desciam nos meus braços nus, e agarram me ate me levantar da cadeira, o som da cadeira a ser arrastada fez me abrir os olhos e sentindo o teu corpo no meu, a necessidade de toque aumentou, tentando me virar para te tocar, a pressão das tuas mãos obrigaram me a ficar como estava, tinha a cabeça a andar a roda enquanto sentia a tua língua torturar os meus sentidos, as tuas mãos a beliscar me os mamilos… o teu caralho duro a torturar o meu rabo, gemia e contorcia- me as tuas mãos, sempre sem me deixares virar. Uma mão tua deslizou pela minha coxa acima encontrado a minha cona húmida e necessitada de toque, ouvi-te gemer quando reparaste que não tinha cueca, levantas te a perna e apoias te a na cadeira, os teus dentes raspavam me na nuca, enviando calafrios por todo o meu corpo, tremendo de antecipação, gemendo de necessidade, pedi-te: “ - Fode me …….por favor…. eu quero te……. dentro de mim………… quando me vir….”. O teu caralho entrou em mim sem licença, sem qualquer aviso prévio, fundo, gememos juntos pelo prazer. As tuas mãos agarrando a minha anca, as minhas segurando me aos teus braços, quando o nossos quadris começaram a mover, gemidos, o arfar, as palavras incompreendidas no meio do tesão, ate que a onda de calor me invadiu os sentidos, apenas deixei de respirar e tudo caiu…. Os teus quadris continuaram de modo frenético á procura da tua própria libertação, cravando os teus dentes na dobra do meu pescoço senti mais um orgasmo a caminho… sem contar, o orgasmo mais duro que o outro, fazendo estalar os meus sentidos enquanto sentia o teu leite quente dentro de mim……”



Abri os olhos e olhei para ti…. O teu olhar faminto e cheio de luxúria invadiu o meu corpo excitado… Levantas te da mesa, pegando na minha mão e sussurraste-me ao ouvido.. “- Quero-te a ti para sobremesa.