terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

O castigo pode ser doce

Sinto as tuas mãos a percorrer o meu corpo, a deixar um rasto de agonia a cada toque, ouço a tua respiração a aumentar a cada centímetro percorrido. As minhas pernas tremem de excitação, seguras me contra o teu corpo, sinto o teu caralho no meu rabo, duro e quente. O teu cheiro deixa-me tonta, excitada, quente, confusa. Senti-te prender os meus braços, o lenço de seda apertou o suficiente para não conseguir soltar, a minha respiração aumentou, a humidade escorria pelas minhas pernas, levantas te me a saia e esbofeteias-te o meu rabo. Dizias que teria castigo pelas imagens que te tinha mandado para o telemóvel durante a hora de trabalho, mas não imaginei nada comparado a isto. Gritei de surpresa e outra palmada mais dura caiu na minha nádega, doeu o suficiente para cair a primeira lágrima, mas não entendia porque o meu clítoris aumentava ainda mais e a minha cona ficava mais húmida. POR FAVOR. DESCULPAAAAAAA outra palmada, os mamilos entesaram mais e pediam atenção, vendas-te me os olhos e pedias para confiar em ti, não me irias magoar… tremia de excitação, antecipação e não era medo era vontade de ser castigada, vontade de ser punida, tremi quando senti a tua respiração no meu pescoço, e mo trincaste, senti a pressão sanguínea aumentar, as tuas mãos quentes a segurar me a anca contra o teu corpo, o teu caralho teso como rocha bem perto das minhas nádegas quentes, contorcia me no teu agarre, na esperança de ter algum consolo, algum tipo de fricção que me levasse ao alivio. Senti como me separaste as pernas e me beliscaste o clítoris, gemia e ofegava, sentir o teu corpo perto de mim e não poder te tocar apenas estar a mercê daquilo que tu queres fazer comigo. As pernas tentavam fechar, mas os teus joelhos não deixavam, e os teus dedos estavam a deixar me completamente doida, quanto mais me esfregavas o clítoris mais gemia, os teus dentes no meu ombro a deixar me completamente doida, a humidade escorria pelas coxas, o orgasmo iminente. Senti a pressão do teu dedo no meu buraco traseiro, ofeguei de surpresa e excitação, pressionaste ate ele entrar e o orgasmo a querer vir… e sem a libertação que esperava resmunguei em discórdia, e contorcia me ainda mais, as palmadas começaram a cair uma atrás doutra, tremia de prazer e agonia, já não tinha noção da dor, só do prazer. Gritei quando senti o teu caralho entrar no meu cu, sem do nem piedade, fodias me descontroladamente, gemíamos, e suávamos, o que não esperava era a palmada directamente no clítoris que deitou por terra todo o controlo de aguentar o orgasmo, as lágrimas corriam, e ensopavam a venda, a garganta ficou seca de berrar, ate que senti o jorro de leite no meu canal, tremíamos enquanto os espasmos ficavam mais calmos…. Soltas te me as mãos, e tiras te me a venda.


Adoro quando me provocas no trabalho, mas terás as tuas punições por isso…. Disses-te tu ainda ofegante……


Hummmm prepara-te para as mensagens de amanha… Ah ah ah

4 comentários:

  1. Ousada, divertida e principalmente em busca do prazer... isso tudo são simptomas de boa gente :)
    Adorei e invejo!

    DF

    ResponderEliminar
  2. Obrigada pelos vossos comentarios, significam muito para mim...
    Adoro cada bocadinho de tesão, prazer, desejo... adoro arder....
    " No sexo vale tudo menos tirar olhos "
    :D
    kiss kiss
    Sweet_Vamp

    ResponderEliminar